Na administração de PC, recordam os músicos da orquestra, a Sinfônica ficou sob o comando de Gilberto Chaves, na época diretor do Theatro da Paz, descrito como “um mero diletante” e avaliado como “um administrador notoriamente medíocre e indisfarçavelmente autocrático”. “Ele (Gilberto Chaves) tratava os músicos no chicote, impondo ainda um salário de fome, de míseros R$ 600,00”, confirma outro dos músicos. Foi Gilberto Chaves, recorda o músico, quem trouxe para Belém Matheus Araújo, um maestro definido como “temperamental, prepotente e de competência duvidosa”, que logo estabeleceu uma relação conflitiva com os músicos, o que muito conspirou contra a Sinfônica.
SOB CENSURA, POR DETERMINAÇÃO DOS JUIZES TÂNIA BATISTELO, JOSÉ CORIOLANO DA SILVEIRA, LUIZ GUSTAVO VIOLA CARDOSO, ANA PATRICIA NUNES ALVES FERNANDES, LUANA SANTALICES, ANA LÚCIA BENTES LYNCH, CARMEN CARVALHO, ANA SELMA DA SILVA TIMÓTEO E BETANIA DE FIGUEIREDO PESSOA BATISTA - E-mail: augustoebarata@gmail.com
domingo, 24 de outubro de 2010
OSTP – A conversa fiada de Edilson Moura
Na administração de PC, recordam os músicos da orquestra, a Sinfônica ficou sob o comando de Gilberto Chaves, na época diretor do Theatro da Paz, descrito como “um mero diletante” e avaliado como “um administrador notoriamente medíocre e indisfarçavelmente autocrático”. “Ele (Gilberto Chaves) tratava os músicos no chicote, impondo ainda um salário de fome, de míseros R$ 600,00”, confirma outro dos músicos. Foi Gilberto Chaves, recorda o músico, quem trouxe para Belém Matheus Araújo, um maestro definido como “temperamental, prepotente e de competência duvidosa”, que logo estabeleceu uma relação conflitiva com os músicos, o que muito conspirou contra a Sinfônica.
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Augusto Barata
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08:29

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2 comentários :
Para o pinguço do Edilson Moura a casa de cultura não é o teatro da paz, é a Pororoca...por ai se vê o valor que eles dão a cultura: zero
O PT acabou com a música no estado e o Edilson, como secretario de cultura ajudou a afundar a fundação carlos gomes que hoje é cabide de empregos.
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