Mostrando postagens com marcador Outros 400. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Outros 400. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de novembro de 2015

OUTROS 400 – A proposta de um jornalismo como contraponto à versão oficial dos inquilinos do poder

Equipe do portal Outros 400: sempre na contramão da versão oficial.

“Nossa proposta é um contraponto à narrativa oficial.” Feita em nome do coletivo, esta é a definição da equipe de jovens profissionais envolvidos na empreitada sobre os princípios editoriais que balizam o Outros 400, o portal de jornalismo paraense que acaba de ser lançado e cujo endereço eletrônico é http://www.outros400.com.br/ . Todos muito jovens, entre 24 e 30 anos, e descritos como "de aguçado senso crítico", da equipe fazem parte Abílio Dantas, jornalista; Fernanda Martins, jornalista; Gustavo Dutra, jornalista; Herôn Victor, publicitário; Jeijy Okada, publicitário; João Cunha, jornalista; Kamilla Santos, jornalista; Kleiton Silva, jornalista; Marri Smith, publicitária; Moisés Sarraf, jornalista; Rafael Monteiro, publicitário; e Yasmin Uchôa, jornalista. “Começamos a refletir a partir da compreensão de que a História é uma construção social. E que, em momentos marcantes, como o aniversário de 400 anos de Belém, acontecem grandes apropriações políticas dos fatos passados. Nesse sentido, partimos à reflexão dessa história”, pontuam, pontuam, ao explicar a ideia básica que inspirou o surgimento do portal, cuja página no Facebook pode ser acessada pelo link https://www.facebook.com/Outros400/ . A primeira reportagem do portal, intitulada “Um risco, um pixo e um grafite”, pode ser acessada pelo link http://www.outros400.hostbelem.com.br/especiais/3594 .

A expectativa imediata, esclarece o grupo, é estimular o contraditório, inclusive revisitando a História, ao focar os fatos à margem da versão oficial e revelando a face sombria de personagens incensados nos relatos consagrados pelo status quo. “Achamos que o debate no espaço público está minguado, com poucas vozes destoantes”, acentuam. “É por isso que governos impõem suas decisões sem debate, participação, sem atender aos interesses da população”, sentenciam, com aquela pitada convicção pétrea de quem utiliza as palavras para expressar seu pensamento e não para escamoteá-lo. A mesma convicção que revelam ao contestar, com o ousado destemor da juventude, um dos princípios cultivados pela mídia tradicional, pelo menos para consumo externo: a imparcialidade. “Entendemos a imparcialidade como mito”, antecipam. .”E basta olhar com clareza. A história da imprensa mostra isso”, sublinham. “Fatos são o sólido e a interpretação é que deveria variar. Mas mesmo fatos, hoje, são destoados, distorcidos pelos veículos de comunicação”, acrescentam, para em seguida detalharem a ambição que permeia o lançamento do portal Outros 400: “Além de uma nova interpretação, partimos de uma interpretação dos fatos voltados para o interesse real da população. Há o emergir de novos movimentos em Belém, desde a comunicação às artes. E acreditamos fazer parte desse movimento no campo da imprensa.”

OUTROS 400 – Estratégia de marketing

O kit: estratégia que aguçou a curiosidade sobre o portal Outros 400.

Não convém duvidar, a priori, da criatividade da equipe do portal Outros 400. O lançamento do portal foi precedido pelo envio a um elenco de profissionais de um kit que despertou a curiosidade dos destinatários. O kit, em uma elegante caixa de papelão, com um adesivo com a logomarca do portal, incluía um cartão postal, um paper toy e uma essência perfumada, dessas encontradas no Ver-o-Peso, com a etiqueta com a inscrição “Perfume Outros 400”.
O cartão postal, em cujo verso figura um flagrante aerofotogramétrico de parte de Belém, traz no reverso o seguinte texto, subscrito por “Daqueles que também acreditam noutra cidade”:

“Querido belenense,

“Olhando as fotos da tua cidade, ouvindo os discursos sobre tuas ruas e praças, discutindo teus problemas, foi inevitável não imaginar outra cidade às vésperas do teu aniversário de 400 anos. Não aquela Belém da Belle Époque em que apenas a elite podia usufruir da riqueza da cidade. Também não é a cidade do ‘já teve’. Tampouco uma cidade erguida sob o regime da escravidão indígena e africana. Outra! Uma cidade onde massacres não enlutam famílias e que o trânsito não nos mata um pouco a cada dia. Uma outra cidade que, a bem da verdade, não existe. Talvez nunca tenha existido  Mas a de ser. Por isso te mandamos este postal: diga-nos o que há de ter numa outra Belém. Conte ao mundo! O que é a outra Belém para você?

“Daqueles que também acreditam noutra cidade”

“PS.: Ah, mandamos também um perfume lá do Ver-o-Peso pra afastar o mau olhado e esse presente pra ti. Porque a gente sabe que essa nova cidade só se constrói se tu estiveres com a gente.

#Outros400

O kit surtiu o efeito desejado, ao despertar a curiosidade sobre o portal lançado posteriormente.


OUTROS 400 - “Não é uma ideia nova, é apenas a função da imprensa, que queremos empunhar”

Foto P&B de Kleiton Silva: dentro do padrão de ousadia do blog.

Apesar da ousadia própria da juventude, a equipe do portal Outros 400 não sucumbe a tentação do êxtase improdutivo da vaidade, irmã siamesa do cabotinismo. “Não é uma ideia nova, é apenas a função da imprensa, mas que queremos empunhar”, observam. “É observando os vícios da imprensa atual que buscamos a construção de nossa linha editorial, que não é um processo acabado, mas que se faz todo o dia”, destacam os profissionais envolvidos no projeto, declarando-se equidistantes da disputa, comercial e política, travada entre os dois grandes grupos de comunicação do Pará, das famílias Maiorana e Barbalho. “Queremos ficar distantes das disputas familiares e de interesses econômicos dos dois grupos hegemônicos da comunicação em Belém”, enfatizam. Mais que isso, a preocupação é ousar, sempre na perspectiva de explorar as possibilidades de alcançar o exercício do bom jornalismo. “Queremos, ainda, experimentar na linguagem, no texto e na foto. É notório o cansaço do texto jornalístico, chato, padronizado, monótono. Queremos experimentar elementos da crônica, elementos do artigo, buscar o interesse do leitor. Que nosso estilo seja também um ponto a se diferenciar. Na fotografia, veiculamos uma reportagem toda com fotos em preto e branco. Qual jornal faz isso? Parece simples, mas não se faz. Queremos explorar as possibilidades da forma para um bom jornalismo”, resume o grupo de jovens profissionais que fazem o portal Outros 400, na entrevista abaixo, concedida ao Blog do Barata.

Como surgiu a ideia do portal e como vocês conseguiram viabilizá-la, diante dos custos e da disponibilidade que implementá-la previsivelmente exige?

Partimos de três eixos: condições de trabalho do profissional da comunicação, espaço no mercado e demanda social. Os atuais veículos de comunicação simplesmente sugam o profissional com altas cargas de trabalho, baixa remuneração e pouquíssima participação na linha editorial. Queremos reverter esse quadro.
Vimos, também, que há um público cada vez mais crescente que não se interessa pelos antigos formatos dos jornalões e mesmo de seus sites. Um público mais exigente com relação às demandas sociais que ganham mais destaque, como a questão da mulher e do negro na sociedade. Ou seja, há um espaço no mercado. E, por fim, queríamos reavivar a função do comunicador como um profissional que tem muito a contribuir à sociedade, nos variados campos.
Os custos se mostraram como maior desafio. Se os empreendedores não se mostram muito voltados para a criação de novos formatos de comunicação, foi imprescindível que os próprios jornalistas e publicitários se apropriassem dessas ferramentas, como planejamento e gestão. Então, nos voltamos para a compreensão de tais ferramentas, trabalhando sempre com dois eixos: baixo custo e criatividade.

Qual a proposta basilar do Outros 400 e quais as perspectivas que vocês vislumbram para ele, em uma Belém na qual o novo e o velho convivem conflitivamente e o status quo costuma reagir com inocultável reserva a tudo que foge aos padrões estabelecidos?

Começamos a refletir a partir da compreensão de que a História é uma construção social. E que, em momentos marcantes, como o aniversário de 400 anos de Belém, acontecem grandes apropriações políticas dos fatos passados. Nesse sentido, partimos à reflexão dessa história. A Cabanagem, por exemplo, foi objeto de disputa de vários governos, desde o século XIX até a ressignificação dada pela gestão Jader Barbalho e, depois, Edmilson Rodrigues. Entendemos que temos uma função política que perpassa pela rediscussão do passado. Por que Francisco Caldeira Castelo Branco, o colonizador e genocida, é nome de comenda, e Guaimiaba, o indígena resistente, não?
Nossa proposta é um contraponto à narrativa oficial. Achamos que o debate no espaço público está minguado, com poucas vozes destoantes. É por isso que governos impõem suas decisões sem debate, participação, sem atender aos interesses da população. Isto está claro em Belém: o trânsito e o transporte público são uma afronta diária, nosso hospital de urgência e emergência pegou fogo! O Festival de Ópera é de um elitismo tamanho, realizado por uma elite que ainda acredita estar na Belle Époque, louvando aquele tempo, sem ponderar a exclusão social que o ciclo da borracha representou. Não que a ópera não seja uma manifestação relevante, mas se torna um problema quando o investimento público não se estende a outras manifestações culturais. O que há para o carimbó, por exemplo? É nesse sentido que vamos buscar o contraditório, o debate amplo de ideias, contraposição de argumentos. Ou seja, não é uma ideia nova, é apenas a função da imprensa, mas que queremos empunhar novamente.

Qual o tipo de jornalismo que vocês pretendem implementar e no que ele se diferencia daquele que é praticado pela mídia tradicional?

Juntando ao que dissemos acima, pretendemos vários pontos. Com relação à linha editorial, queremos criar uma narrativa realmente relevante, sem se curvar de maneira imoral ao interesse do público. O caso Joelma e Chimbinha, por exemplo, notoriamente uma questão de foro íntimo, virou manchete, local em nacionalmente. Esse tipo de objeto não é matéria do nosso portal, a não ser que seja para problematizar esse tipo de postura jornalística “caça cliques”, sem se importar com a relevância real dessa informação para a sociedade, além de expor a vida íntima de um casal. Não podemos ir a uma coletiva de imprensa do Estado apenas para reproduzir o que lá fora dito, mas sim contestar efetivamente os informes estatais. Queremos ficar distantes das disputas familiares e de interesses econômicos dos dois grupos hegemônicos da comunicação em Belém. Nada de fotos de suspeitos de crimes, nada de exposição de pessoas desnecessariamente. Essas pessoas têm vidas, identidades, e não podem ser apenas expostas apenas para a obtenção de leitores e cliques. É observando os vícios da imprensa atual que buscamos a construção de nossa linha editorial, que não é um processo acabado, mas que se faz todo o dia.
Queremos, ainda, experimentar na linguagem, no texto e na foto. É notório o cansaço do texto jornalístico, chato, padronizado, monótono. Queremos experimentar elementos da crônica, elementos do artigo, buscar o interesse do leitor. Que nosso estilo seja também um ponto a se diferenciar. Na fotografia, veiculamos uma reportagem toda com fotos em preto e branco. Qual jornal faz isso? Parece simples, mas não se faz. Queremos explorar as possibilidades da forma para um bom jornalismo.

Na página do portal no Facebook está escrito que vocês abdicam da preocupação da pretensa parcialidade. Isto significa que vocês partem da premissa que o mais relevante é a independência e o respeito aos fatos, na perspectiva de que as interpretações são livres, mas os fatos são sagrados?

Entendemos a parcialidade como mito. E basta olhar com clareza. A história da imprensa mostra isso, desde Patroni até a fundação do Diário do Pará. Nove pessoas morreram numa chacina no ano passado em Belém. A diferença é que a imprensa deixou o governo do Estado construir uma narrativa de que o problema foi o compartilhamento indiscriminado de informações nas redes sociais. E não o problema óbvio: nove mortes sem explicação real. Pessoas sem envolvimento com crimes, e, mesmo que tivessem, nunca poderiam ser executadas. Fatos são o sólido e a interpretação é que deveria variar. Mas mesmo fatos, hoje, são destoados, distorcidos pelos veículos de comunicação. Além de uma nova interpretação, partimos de uma interpretação dos fatos voltados para o interesse real da população. Há o emergir de novos movimentos em Belém, desde a comunicação às artes. E acreditamos fazer parte desse movimento no campo da imprensa.

Buscamos uma gestão horizontal, em que todos possam opinar sobre nossa pauta e nossas formas de comunicar, prática que não se vê atualmente nas redações. Dentre os jornalistas, revezamos as funções de produtor, repórter e editor, buscando dar participação em todas as fases da produção da notícia, sem que isso se transforme em sobrecarga de trabalho. No campo do marketing, não só os publicitários conduzem, mas também os jornalistas. Jornalistas e publicitários trabalham em conjunto, compartilhando experiências e técnicas, para a construção de uma imprensa democrática, sem a hierarquia do patrão e empregado, que já se demonstrou insuficiente para um jornalismo sólido. 

OUTROS 400 – O manifesto de lançamento



Com um quê de irreverência e ironia, intitula-se “O canto do urubu” o manifesto de lançamento do Outros 400, disponibilizado na página do portal e abaixo transcrito:

O CANTO DO URUBU

Modernizar o passado é uma evolução musical
Chico Science

A CIDADE

É um balé, um bando de famintos. São sobreviventes de asas negras pairando sobre as feiras. Sobre as ruas. Sobre os canais. O Coragyps atratus, o urubu-de-cabeça-preta, segue sua busca diária por comida com os olhos atentos entre os becos e absurdos de Belém do Pará. Não conhece nem o nome nem as farsas que sobre ela os homens contam. O que sabe é o que vê a quase três mil metros de distância. O que sabe são os cheiros pescados por seu faro apurado. Desliza nos ventos, quase boia, como crianças em igarapés. E de lá viu e vê histórias.

De lá pôde ver comandantes europeus amarrando indígenas em bocas de canhões, tal como vê os homens de farda de hoje ameaçando a periferia e exigindo propinas de pequenos comerciantes. De lá viu abrirem-se grandes avenidas e serem expulsas famílias inteiras para as margens, tal como vê agora as mulheres esgueirando-se na calçada por medo de assédio e violência. Ainda.

Ele paira e sente a certeza da insegurança dos que vão lá embaixo. Observa calmamente. E, embora não tenha órgão vocal, crocita, solta barulhos estranhos. Algo semelhante a um grito. Talvez um novo tipo de canto. De esperança?

A INFORMAÇÃO

O ano em que chegamos ao quarto centenário de Belém não pode tornar-se uma vitrine para que, mais uma vez, uma história de genocídios e exclusão social seja escondida e naturalizada. Ou pior: convertida em algo merecedor de louvores, sendo assim também ocultadora da situação real de nosso presente.

Torna-se inaceitável que desconheçamos, por exemplo, quem foram os representantes da dominação europeia que hoje dão nome à comendas entregues pela Prefeitura Municipal. Que aceitemos a alcunha de “cidade morena”, sem questionarmos o quanto de preconceito e discriminação à mulher negra amazônica ela carrega. É inadmissível que recebamos calados notícias que tratam com louros e confetes a trajetória de políticos e padres que foram representantes máximos da ditadura militar no Estado do Pará, tendo em vista o papel desempenhado pelo regime. Qualquer discurso alinhado com este comportamento deve ser exposto com clareza. E discutido.

Junto à visão dos urubus devemos alinhar nosso olhar. Compreender o porquê de alguns receberem a carcaça no chão e, outros, o prato com o filé. Buscar as narrativas dos passos nas vias sem asfalto, nos portos sem condição de trabalho, nas vilas onde ainda é uma realidade sentar-se à porta de casa e observar a vida, mesmo com receio. É preciso apurar os sentidos. Distinguir o que para uns é canto e para outros é grito. O que para uns, grafite, para outros, pixo. Olhar de frente para o futuro, para o presente e para passado. 

OUTROS PORTAIS

É urgente, portanto, a criação e fortalecimento de novos espaços de crítica e discussão. Locais de produção de comunicação que não se furtem à experimentação e ao posicionamento de ideias. E que sejam capazes de receber de asas abertas o contraditório, sempre primando pelo debate franco e respeitoso. Nos últimos anos, Belém vem dando cria e vazão a uma série de iniciativas e movimentos  que chamam para si a necessidade de construção de uma outra cidade. Acreditamos que estes voos devem ser estimulados e multiplicados. Em nome de uma cidade onde os solares recebam a luz do sol, e não a poeira do descaso. Onde as chacinas não sejam tragédias anunciadas para a maioria da população. Um lugar onde outra história imponha sua força com eficácia e seriedade. E logo. #Outros400.


OUTROS 400 – A proposta editorial



Ao expor sua proposta editorial, o portal Outros 400 assinala a preocupação com “os fatos e criações (livros, filmes, shows) referentes aos 400 anos de Belém, o fomento do debate público sobre os rumos da cidade em todos seus aspectos”. Isso, como é sublinhado, sob uma premissa: “Somos parciais”. O que o portal trata logo de esclarecer: “Não acreditamos no mito da imparcialidade do jornalismo. Jornalismo é parcial: queremos discutir outra Belém, pautada pelo interesse público.” Isso sob uma perspectiva muito clara: “Espírito crítico é desconstruir verdades tidas como absolutas em Belém e na Amazônia, contribuindo para a construção de uma comunicação como uma ferramenta para a emancipação social.”
Em seguida, a transcrição dos “Princípios editoriais” do portal, alinhados na página do Outros 400:

Princípios editoriais

O portal Outros 400 é um espaço virtual de produção de notícias e conteúdos de comunicação. São o seu foco de atuação os fatos e criações (livros, filmes, shows) referentes aos 400 anos de Belém, o fomento do debate público sobre os rumos da cidade em todos seus aspectos: políticos, ambientais e culturais, e abordagens da história de nossa capital a partir de uma visão crítica da realidade. 

Parcialidade

Somos parciais. Nossas reportagens não vão mostrar apenas o “outro lado”. Mas os vários lados e facetas da sociedade. Não acreditamos no mito da imparcialidade do jornalismo. Jornalismo é parcial: queremos discutir outra Belém pautada pelo interesse público.

Diversidade

Mais que respeito à diversidade, levantamos as diferenças como bandeira. Vamos colocar em pauta grupos e povos que vem historicamente sendo marginalizados: mulheres, negros, indígenas, ribeirinhos, homossexuais e tantos outros grupamentos que são silenciados diariamente.

Espírito crítico

A cada frase publicada e a cada manchete redigida, vamos procurar a origem dos seus significados. Espírito crítico é desconstruir verdades tidas como absolutas em Belém e na Amazônia, contribuindo para a construção de uma comunicação como uma ferramenta para a emancipação social.


Outros 400 – A equipe

Abílio Dantas, jornalista.

Fernanda Martins, jornalista.
Gustavo Dutra, jornalista.

Herôn Victor, publicitário.
Heijy Okada, publicitário.
João  Cunha, jornalista.
Kamilla Santos, jornalista.
Kleyton Silva, jornalista.
Marri Smith, publicitária.
Moisés Sarraf, jornalista.
Rafael Monteiro, publicitário.
Yasmim Uchôa, jornalista.