O
imbróglio, que em princípio seria de consumo interno das respectivas famílias,
tornou-se do domínio público, por iniciativa da própria jovem que está no
epicentro do drama relatado. Trata-se da situação da jovem filha de um
ex-vereador de Belém, sobrinha de uma deputada estadual, pelo PSDB, e neta de
um próspero senador tucano, que construiu seu vasto patrimônio na esteira da contravenção,
para anabolizá-lo ainda mais após ingressar na política. Ela se queixa, na sua página no Facebook (https://www.facebook.com/jordana.couto.39?fref=ts), da indiferença da
família paterna para com seu drama pessoal.
Com
19 anos, a jovem, que cursa o nível médio em um colégio particular, se
queixa, em especial, do ritual de humilhações imposto para receber uma pensão mensal
no valor de um salário mínimo - R$
724,00.
Mesmo amargando uma avalancha de dificuldades , nem assim, segundo ela própria se queixa, a jovem consegue sensibilizar o
próspero avô paterno. A mesma indiferença é exibida pelo pai, hoje casado com a filha de um desembargador, e pelos tios, irmãos do
pai, acrescenta a jovem.
Mesmo
para os flexíveis padrões éticos da tucanalha,
a banda podre do PSDB no Pará, soam fatalmente chocantes as revelações da jovem
sobre a privação afetiva e material a que é submetida pelo pai e pelo avô
paterno, em uma indiferença compartilhada também pelos tios paternos.