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quinta-feira, 17 de março de 2011

SUBMUNDO – Puty e o assessor e assaltante

Durante o frenético vaivém por ele protagonizado em busca de votos, antes mesmo de ser deflagrada a campanha eleitoral, Cláudio Puty, do alto do seu status de chefe da Casa Civil e articulador político do governo Ana Júlia Carepa, descobriu que o assessor da Casa Civil, que ele fazia de motorista em suas andanças eleitorais, era também assaltante. O imbróglio foi revelado, na ocasião, pelo Diário do Pará e pelo Blog do Barata.

O dublê de assessor palaciano e assaltante, Leomir da Silva Santos, 25, foi preso em flagrante, após participar de um assalto do qual foi vítima a investigadora Vânia Vieira, utilizando uma picape modelo Toyota Hilux 3.0, placa JVF 7736, alugada em uma locadora de carros. Ao retornar de uma viagem a Ipixuna do Pará, servindo de motorista para Puty, Leomir, como era hábito, foi para casa, mantendo o carro consigo. A picape foi utilizada no assalto a Vânia Vieira e a uma colega desta, das quais os bandidos roubaram os pertences e armas, escapando na moto da investigadora. Os comparsas de Leomir teriam sido Carlos Alberto Neves dos Santos, 31, Rosinaldo Quintino Freire, 29, e Izan de Lira Ferreira, 29, conhecido como Japonês, que também seria homicida, foragido da Colônia Agrícola Heleno Fragoso.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

ELEIÇÕES – Puty, o enfant gaté de Donana

A coligação Acelera Pará tem também um candidato a deputado federal pelo PT, com o assumido apoio do Palácio dos Despachos, o iracundo Cláudio Alberto Castelo Branco Puty (foto), ex-chefe da Casa Civil do governo Ana Júlia Carepa. A despeito de exibir um alentado currículo acadêmico, Puty revelou-se um administrador pífio e um desastrado articulador político.
Defenestrado da Casa Civil, por pressão de vastos setores do PT, Puty aboletou-se no cargo de assessor especial, sob as benções da governadora Ana Júlia Carepa. O que lhe permite continuar usufruir dos benefícios da máquina administrativa para turbinar sua candidatura à Câmara dos Deputados, em acintosa afronta à Justiça Eleitoral, de acordo com recorrentes denúncias.
Iracundo e frequentemente desrespeitoso no trato com seus subordinados, Puty é também conhecido como Pacheco, em alusão ao personagem de Eça de Queiroz pródigo em empáfia, mas de parcas realizações. Sua eleição é prioridade no comando da DS, a Democracia Socialista, a facção petista, minoritária nacionalmente e no Pará, mas que comanda a máquina administrativa estadual, porque dela faz parte a governadora Ana Júlia Carepa.

ELEIÇÕES – O dublê de assessor e assaltante

Puty foi protagonista de um patético episódio, ilustrativo da decomposição ética do PT, depois que o partido tomou de assalto o poder. Descobriu-se que um assessor do então chefe da Casa Civil, que ele fazia de motorista em suas andanças eleitorais, era também assaltante.
O dublê de assessor palaciano e assaltante, Leomir da Silva Santos, 25, foi preso em flagrante, após participar de um assalto do qual foi vítima a investigadora Vânia Vieira, utilizando uma picape modelo Toyota Hilux 3.0, placa JVF 7736 (foto), alugada em uma locadora de carros. Ao retornar de uma viagem a Ipixuna do Pará, servindo de motorista para Puty, Leomir, como era hábito, foi para casa, mantendo o carro consigo. A picape foi utilizada no assalto a Vânia Vieira e a uma colega desta, das quais os bandidos roubaram os pertences e armas, escapando na moto da investigadora. Os comparsas de Leomir teriam sido Carlos Alberto Neves dos Santos, 31, Rosinaldo Quintino Freire, 29, e Izan de Lira Ferreira, 29, conhecido como Japonês, que também seria homicida, foragido da Colônia Agrícola Heleno Fragoso.

ELEIÇÕES – A inépcia administrativa

Se legislar com os cuidados utilizados para recrutar seus auxiliares no governo, não é difícil prever o que se deve esperar de Puty, se este obtiver o mandato de deputado federal que postula. O alento, nesse caso, seria saber que estaríamos poupados dele como administrador, papel no qual exibiu um desempenho pífio quando secretário de Governo.
Na ocasião, foi promovida uma reforma, destinada a enxugar a máquina administrativa, com a extinção das secretarias especiais herdadas da tucanalha. A despeito dos seus propósitos declarados, o simulacro de reforma, ao invés de cortar gorduras, contribuiu para inchar ainda mais a máquina administrativa.