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sábado, 23 de setembro de 2017

SINTEPP – Com sofismas, José Emílio Almeida reitera diatribes, desce mais o nível e perde-se em nehnhenhém

José Emílio Almeida passando-se por
professor, na greve, embora seja lotado
como assistente administrativo na Seduc.
Ato administrativo identifica lotação de Almeida
como assistente administrativo, não professor.
Comentário de Almeida repleto de diatribes, sem contestar
a revelação do professor Rodolfo Nobre, no Blog do Barata.

Por e-mail, ao qual respondo na postagem SINTEPP - A minha resposta, o presidente da Asconpa, a Associação dos Concursados do Pará, José Emílio Almeida, pretende repelir a críticas a ele feitas, diante das diatribes que desfechou, na esteira da grave denúncia do professor Rodolfo Nobre, em artigo publicado no Blog do Barata. Segundo a denúncia, o Sintepp, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, negociou o direito de greve da categoria, ao assinar um termo de compromisso com o TJPA, o Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e a PGE, a Procuradoria Geral do Estado do Pará, abdicando de nova paralisação até o julgamento final dos mandados de segurança impetrados pelo próprio Sintepp, em 2016 e 2017, o que torna natimorta a greve dos professores da rede estadual de ensino, restando aos grevistas, por isso, o desconto dos dias parados. Na ocasião – sem desmentir a denúncia -, Almeida invadiu a página do Blog do Barata no Facebook, reproduzindo um comentário ensandecido feito em sua timeline, insultando Nobre e acusando-me de coonestar um farsante.
Rodolfo Nobre, autor do artigo que despertou a ira do presidente da Asconpa, é professor de carreira da Seduc (Secretaria de Estado de Educação), com graduação em matemática pela UEPA (Universidade do Estado Pará) e mestrado em educação matemática pela UFPA (Universidade Federal do Pará), além de diplomando em direito pela Faculdade Estácio do Pará, sem que sobre ele paire qualquer suspeita de improbidade. José Emílio Almeida, que se pretende educador, é servidor concursado da Seduc, lotado como auxiliar administrativo e não como professor, embora seja formado em licenciatura, com habilitação em francês, e só ganhou visibilidade com a criação da Asconpa. Ele não revela onde eventualmente exerce o magistério.

Ao replicar as críticas a ele feitas, Almeida novamente foge ao debate e não desmente, com provas documentais, a denúncia segundo a qual o Sintepp negociou o direito de greve da categoria, ao assinar um termo de compromisso com o TJPA e a PGE, abdicando de nova paralisação até o julgamento final dos mandados de segurança impetrados pelo próprio Sintepp, o que torna natimorta a paralisação dos professores da rede estadual de ensino. Em lugar do debate, ele reitera seus insultos ao professor Rodolfo Nobre, que agora estende a mim. Com sofismas toscos, condimentados por ilações tortuosas, Almeida reitera suas diatribes, desce mais o nível e perde-se em um nhenhenhém próprio de quem padece de inocultável indigência intelectual. Mas não desmente, com provas documentais, a denúncia sobre a trapalhada da direção do Sintepp, que inviabiliza a greve dos professores da rede estadual de ensino.

SINTEPP – O e-mail do presidente da Asconpa

Abaixo, a transcrição, na íntegra, do e-mail enviado por José Emílio Almeida ao Blog do Barata:

“Caro Barata, acabei de ler a sua postagem sobre mim, em seu blog.
"Queria só esclarecer que:

“1) A minha profissão é professor, ainda que ocupe o cargo de assistente administrativo na Seduc. Isso porque assistente administrativo, não é profissão. É um cargo que, em milhares de órgãos de todas as administrações públicas do Brasil e, talvez, do exterior, é ocupado por funcionários de níveis médio e superior.
“Não me envergonho deste cargo, apenas não me identifico como profissional, porque a minha profissão é professor, ainda que professor seja também um cargo.
“Infelizmente a Seduc não oferta mais vagas para o cargo de professor de língua francesa e, por isso, eu não sou professor de francês da Seduc.

“2) Ficou claro, na sua postagem, a tentativa de me desqualificar por ser assistente administrativo da Seduc. Um grave erro, para um jornalista inteligente como você. Não se desqualifica alguém pelo cargo que ocupa. Seja assistente administrativo, gari, médico ou professor. Só os estúpidos fazem isso.

“3) Você não conhece ainda o seu coonestado Rodolfo Nobre. Um sujeito conhecido por onde passa como mau caráter. Fala uma busca nos locais onde trabalhou, passando pelos lugares onde tentou atuar, como a Asconpa e o Sintepp.
“Na Asconpa, onde o seu amigo era um dos diretores, a insensatez foi tão grande que ele tentou me expulsar da direção, chamando uma assembleia, sem me avisar. Nós éramos onze dirigentes e o desajuizado ainda conseguiu cinco votos. Foram expulsos eles e todos os outros quatros que caíram na conversa suave, da qual você também caiu.
“Do que reclamava o seu amigo espoletado? De querer espaço nos órgãos de imprensa, que queriam ouvir apenas a mim. O seu amigo desarrazoado, achava que eu ligava para as redações e impedia que os repórteres publicassem as entrevistas que ele dava. Ele mesmo me disse isso.
“Depois inventou que eu desviava dinheiro da associação, já que a sobra de uma coleta que fizermos estava sendo usada (com autorização da maioria da direção) para pagar créditos para o meu celular e combustível para o carro de um dos dirigentes. O meu celular e o carro do dirigente eram usados para mobilizar s concursados para os nossos atos.

“4) Barata, perdi a admiração que tinha por você. Não o respeito, porque ainda acho que você está sendo enganado por este maluco, como eu fui. Mas não tem mais a minha admiração. Passo a vê-lo como um home doente, que precisa de cuidados urgentes para viver uma vida com o mínimo de sanidade (desculpe a franqueza).

“5) Torço pela sua recuperação dessa doença chamada Rodolfo. Fuja dele, amigo. Se livre dessa pústula, antes que ele acabe totalmente com você e com a sua reputação.

“6) Se não foram suficientes os esclarecimentos, estou a sua disposição;

“José Emílio Almeida
“Professor”

SINTEPP – A minha resposta

Em seu e-mail ao Blog do Barata, o presidente da Asconpa, José Emílio Almeida, lamentavelmente nos priva do esclarecimento basilar, que é saber se não é verdadeira, como ele insinua, a denúncia do professor Rodolfo Nobre. A denúncia, pela sua gravidade, inexplicavelmente perdura à espera de esclarecimentos convincentes capazes de contestá-la com provas documentais. Segundo revelou Nobre, em artigo publicado neste blog, a direção do Sintepp assinou um termo de compromisso com o TJPA e a PGE, abdicando de nova paralisação até o julgamento final dos mandados de segurança impetrados pelo próprio Sintepp, o que tornaria natimorta a paralisação dos professores da rede estadual de ensino, restando aos grevistas o desconto dos dias parados. Isso provocou um comentário ensandecido de Almeida, que ele transpôs de sua timeline para a página do Blog do Barata no Facebook, tentando desqualificar Rodolfo Nobre, ao qual se recusa a reconhecer como professor, e acusando-me de coonestar um suposto farsante.
Da mesma forma, ao sublinhar que é, sim, professor, embora lotado na Seduc como assistente administrativo, Almeida nos priva de saber onde, afinal, exerce o magistério, para que possamos tomá-lo como um docente e não um mero diletante de passeata. Um diletante que se valeria da licenciatura obtida como álibi para justificar a tentativa de usar os professores como massa de manobra, com fins político-partidários, no rastro da sua militância no PSOL.
Imaginar que tentei desqualificá-lo, ao revelar que é lotado na Seduc como assistente administrativo e não como professor, é uma arrematada sandice de Almeida, para a qual ele resvala por obtusidade ou má-fé. Concordo em gênero, número e grau que seria uma estupidez se assim o fizesse. E em matéria de estupidez, serei sempre aluno do presidente da Asconpa, cujo argumento tem a consistência de um livro de autoajuda.
Sobre o professor Rodolfo Nobre, excluído os juízos de valor, pavimentados por idiossincrasias pessoais e versões controversas, o visceral na polêmica é também escanteado por Almeida. Nobre é, sim, professor concursado da Seduc, exibindo títulos acadêmicos comprovadamente obtidos em instituições respeitáveis, e não o farsante que o presidente da Asconpa tenta fazer crer que seja. É sua qualificação e a probidade comprovada que garantiram a ele espaço no Blog do Barata, não qualquer laço de amizade. Embora a escolha das minhas amizades – em sua maioria longevas e que muito me honram, porque probas – seja uma prerrogativa minha, que não delego a ninguém, porquanto tenho idade e discernimento para ser suficientemente seletivo, dispensando pitaco de quem quer que seja. Muito menos de quem não exibe autoridade moral para ser parâmetro de seletividade.
As suspeitas de corrupção que tisnam a imagem de Almeida – que sequer suscitei, por falta de provas – é um problema que a ele cabe esclarecer de forma convincente e irrefutável. De preferência com o auxílio de testemunhas idôneas, que não sejam alcançadas pelas mesmas suspeitas, embora, por princípio, ele mereça o benefício da inocência presumida, até porque o ônus da prova cabe ao acusador. O expurgo que em sua versão Almeida narra ter sido feito na Asconpa, em consequência da suspeita suscitada, soa mais a um rasgo autoritário que a um esclarecimento capaz de livrá-lo dessa nódoa que o acompanha até hoje.
A respeito das doenças das quais padeço, ou são crônicas, como a colite, ou decorrem do tabagismo. Felizmente, posso tratá-las com médicos e a ajuda de remédios. Agora, não padeço de desvio de caráter, mal que não tem cura.
Sobre perder a admiração de Almeida, como ele faz questão de trombetear, trata-se, apenas e tão-somente, de um ato falho, que traduz a soberba tão típica dos deslumbrados. Há 44 anos exerço o jornalismo e mereço o respeito e admiração de quem efetivamente conta para mim, a despeito de discordâncias pontuais. Não me faltam desafetos, é verdade, mas, pelo jaez dos mesmos, ficaria preocupado, sim, se viesse a merecer o apreço e admiração deles.

Quanto a Almeida, de resto, por mais que a causa da Asconpa soe simpática e mereça minha solidariedade, há muito tempo o tenho, antes de qualquer coisa, como um animador de passeata, que busca colher dividendos políticos da luta dos concursados à espera de nomeação. Lamento não poder dizer que tenha por ele o respeito que ele afirma ainda dedicar a mim.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

SINTEPP – Em tom ensandecido, José Emílio Almeida atropela a elegância e pretere debate por leviandades

José Emílio Almeida: insultos em detrimento de esclarecimentos.

Em tom ensandecido, próprio de quem não quer debater, mas ofender, o presidente da Asconpa, a Associação dos Concursados do Pará, José Emílio Almeida, invadiu a página do Blog do Barata no Facebook, ao marcar-me em um comentário, feito em sua timeline, no qual dispara uma saraivada de diatribes contra o professor Rodolfo Nobre. Ao assim fazer, ele atropela a elegância, o respeito e termina por envolver-me em suas sandices, ao insinuar, subliminarmente, que coonesto um farsante. Ele poderia ter feito sua manifestação no próprio blog, esgrimindo seus argumentos, civilizadamente, mas optou pelo atalho de um recado subliminar, de conotação intimidatória, mais adequada a bandido que ao educador que pretende ser, embora, ao que se saiba, seja servidor concursado da Seduc, a Secretaria de Estado de Educação, lotado como auxiliar administrativo e não como professor.
Por princípio, compartilho da máxima segundo a qual a liberdade é sempre a liberdade de quem discorda de nós. Tanto quanto acredito que as opiniões são livres, mas os fatos são sagrados. E é aí, justamente aí, que reside o erro crasso no qual incorre Almeida – por obtusidade ou má-fé -, ao trocar argumentos por leviandades.
Ao vociferar que Rodolfo Nobre é simulacro de professor, o presidente da Asconpa agride os fatos, diante dos títulos acadêmicos exibidos pelo autor do artigo que despertou sua ira. As diatribes de Almeida soam cômicas, porquanto, pelas informações disponíveis, ele seria concursado da rede estadual de ensino como auxiliar administrativo, não como professor, embora seja formado em licenciatura, com habilitação em francês. Isso fatalmente sugere que ele esteja pegando carona na greve dos professores da rede estadual de ensino, na esteira de sua militância político-partidária e pela notória compulsão pelo fascínio pela espetacularização midiática, que o transformou de um anônimo em figura pública, no rastro da criação da Asconpa.
Como um aguerrido militante do PSOL que é, Almeida parece contaminado pelo discurso de palanque, talvez movido pela proximidade de um ano eleitoral. Assim não fosse, poderia apresentar provas documentais que desmintam o professor Rodolfo Nobre, autor da grave denúncia tornada pública pelo Blog do Barata. Segundo a denúncia, a direção do Sintepp, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, negociou o direito de greve da categoria, ao assinar um termo de compromisso com o TJPA, o Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e a PGE, a Procuradoria Geral do Estado do Pará, abdicando de nova paralisação até o julgamento final dos mandados de segurança impetrados pelo próprio Sintepp, em 2016 e 2017.
Ensina a prática, efetivamente o critério da verdade, que o exagero e a afoiteza abastecem a veemência, mas conspiram contra o discernimento. O que, surpreendentemente, Almeida ainda não interiorizou, apesar da idade, que supostamente deveria tê-lo tornado infenso a arroubos juvenis, terreno fértil para a leviandade no trato da reputação alheia, pelo menos em jovens carentes de princípios.
De resto, gostaria de recordar que, nos seus 12 anos de existência, o Blog do Barata jamais foi desmentido. Nem mesmo quando amarguei condenações da máfia togada, passei pelo constrangimento de ser desmentido. Nas raras vezes que equivoquei-me, ou fui induzido a erro, tratei de fazer as retificações e reparos devidos. Sem jamais negar espaço às vozes dissonantes. E certamente por prezar o debate democrático, mais de uma vez fui alcançado por apelos do próprio José Emílio Almeida, para sair em sua defesa, inclusive quando ele viu-se ameaçado por uma ação penal, sob a acusação de ter participado da invasão do CIG, o Centro Integrado de Governo.
No que me diz respeito, tenho a esclarecer a José Emílio Almeida que estou onde sempre estive, sempre comprometido em viabilizar o debate democrático e democratizar a informação, livre de amarras ideológicas e conveniências político-partidárias. Elogio em boca próprio é vitupério, sabe-se, mas orgulho-me de não poder ser confundido com aqueles que, como um líquido, tomam a forma do recipiente que o contém, como é próprio de quem é arrivista por índole, vocação, formação e interesse.

É só.

domingo, 27 de julho de 2014

ASCONPA – “Circo eleitoreiro” causa indignação

Emílio, da Asconpa: indignação diante do "circo eleitoreiro" de Jatene.

        “Circo eleitoreiro”. Assim José Emílio Almeida, presidente da Asconpa, a Associação dos Concursados do Pará, define a realização da cerimônia de posse no Hangar, o centro de convenções estadual, com a presença do governador Simão Jatene, dos concursados aprovados no recente concurso da Sefa, a Secretaria de Estado da Fazenda - 63 auditores fiscais e 88 fiscais de receita. Ele assinala que habitualmente a posse de concursados é feita “sem maiores pompas e circunstâncias” e costuma ocorrer nos órgãos que deverão abrigá-los, sem que seja registrada a presença do governador. “Com a cerimônia de posse, marcada para a próxima semana, Jatene pretenderá passar a imagem de bom governante, em discurso já preparado por algum jornalista marqueteiro. Como aquele que recebe parte dos R$ 150 milhões anuais que o governador gasta indevidamente com propaganda”, sublinha, cáustico.

        A cutilada de Emílio, no rastro da crítica ao “circo eleitoreiro” do governador, que postula a reeleição, tem endereço certo. Trata-se de clara referência a Ronaldo Brasiliense, jornalista que notabilizou-se como pena de aluguel e mantém estreitos vínculos com o publicitário Orly Bezerra, o marqueteiro-mor da tucanalha, a banda podre do PSDB. Ele é colunista de O Liberal e editor de O Paraense, um notório jornal de campanha a serviço de Jatene, e embolsa R$ 70 mil mensais do governo, segundo revelou o Diário do Pará, com provas documentais, que incluíram reproduções de e-mails trocados por Brasiliense com Orly e de faturas da dinheirama paga ao jornalista. O Liberal, no qual Brasiliense mantém uma coluna dominical, é o principal jornal do grupo de comunicação da família Maiorana, inimiga figadal do senador Jader Barbalho, o morubixaba do PMDB no Pará, cujo filho e sucessor político, o peemedebista Helder Barbalho, é o principal adversário de Jatene na eleição para governador. O Diário do Pará, que superou O Liberal em vendagem, é o jornal do grupo de comunicação da família de Jader Barbalho.

ASCONPA – A ácida crítica de José Emílio Almeida

        Em sua ácida crítica ao “circo eleitoreiro” no qual o governador Simão Jatene transformou a posse dos concursados da Sefa, o presidente da Asconpa salienta a recalcitrância do atual governo em nomeá-los. “Foram sete meses de longa espera, com insistentes apelos e mobilizações, tanto dos próprios concursados quanto do Sindifisco, o sindicato da categoria, para que todos os 151 candidatos aprovados fossem convocados”, recorda José Emílio Almeida. “Somente após intensa e vitoriosa luta em prol de suas nomeações, os aprovados no concurso público C-172, promovido pela Sefa, serão enfim empossados”, acrescenta. E ainda salienta: “Como sempre faz, Simão Jatene tentou ignorar a reivindicação, tratando a questão como assunto menor, de pequena importância, até que, graças a luta organizada dos concursados, enfim cedeu.”

        Na avaliação de Emílio, ao fazer a posse dos 63 auditores fiscais e 88 fiscais de receita com pompas e circunstâncias, no Hangar, e a ela fazer questão de comparecer, Jatene é claramente movido por interesse eleitoreiro. Além, é claro, de pretender minimizar a importância da mobilização dos próprios concursados e do Sindifisco, acentua ainda o presidente da Asconpa. “Por isso, para nós, da Associação dos Concursados do Pará, não resta dúvida de que o objetivo da cerimônia tem apenas intenção eleitoreira, para que a imprensa tucana e marqueteiros oficiais usem as imagens na campanha do governador, candidato à reeleição”, dispara Emílio, segundo o qual o total de concursados à espera de nomeação, pelo governo Simão Jatene, fica em torno de dois mil candidatos, aí incluídos aqueles que figuram nos cadastros de reserva.