Como não convém brigar com fatos, diante das insuspeitas qualidades éticas atribuídas a Amaury Sousa (à esq.,com a mulher, Regina Barata, à dir.), pela parentada e/ou prepostos do vereador petista - que inexplicavelmente se ausentou do plenário da Câmara Municipal, com isso favorecendo a aprovação da proposta de privatização da coleta do lixo de Belém -, não restam muitas opções. Não comparecer a sessão, ou dela circunstancialmente se ausentar, foram os álibis dos vereadores sobre os quais é dito que tiveram 200 mil motivos para apoiar o projeto de lei do prefeito Duciomar Costa (PTB), o nefasto Dudu, privatizando a coleta de lixo em Belém. Amaury, em votação anterior, se posicionara contra a proposta de privatização da coleta do lixo.
Nenhenhém à parte, o imbróglio não deixa maiores alternativas. Ou estamos diante de um farsante arrematado, cuja maior deficiência não é a cegueira visual, mas a distorção de caráter que o nivelou aos demais fisiológicos também aliciados pelo nefasto Dudu. Ou simplesmente estamos diante de uma nova versão de Dimas, o bom ladrão. Aparentemente bom, mas tão desonesto quanto aqueles aos quais se juntou. A diferença, se existe, é de grau, mas não de nível.





