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segunda-feira, 29 de julho de 2013

OI – Dr. Assis com telefones mudos há 11 dias



        Há exatos 11 dias moradores e comerciantes de pelo menos duas quadras da rua Dr. Assis, no bairro da Cidade Velha, estão com seus telefones fixos mudos, à espera de uma solução da OI, que não materializa as recorrentes promessas de resolver o problema.
        A situação é tanto mais aflitiva para os comerciantes, impedidos de oferecer aos seus clientes a usual facilidade do cartão de crédito, cuja utilização depende de telefone fixo. Sem falar, como ocorre em alguns casos, daqueles que dependem de fornecedores de outros Estados, e por isso compelidos a arcar com o ônus de fazer os contatos por celular, a custos extorsivos.

        O Procon, é claro, deverá ser acionado.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

OI – A mais recente trapalhada

Em uma quadra que abriga Hospital Ophir Loyola, referência no tratamento de câncer no Pará, e clínicas médicas, quem reside e/ou trabalha na travessa 14 de Abril, entre as avenidas Magalhães Barata e Gentil Bittencourt, ficou quase dois dias sem telefonia fixa.
Um curto-circuito que danificou um cabo, na tarde de quarta-feira, 19, deixou mudos os telefones fixos naquele perímetro. Apenas no final da manhã desta última quinta-feira, 20, os telefones fixos voltaram a funcionar.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

OI – Desídia impune penaliza cliente

Denúncia feita ao blog ilustra a desídia com a qual a OI penaliza, impune, seus clientes compulsórios. Só o monopólio, reconhecidamente deletério, explica a impunidade da operadora, diante do seu passivo de queixas dos usuários compulsórios.
Ao deparar-se com seu telefone fixo mudo, um médico, residente em Belém, acionou a telefônica, sendo informado - por uma daquelas irritantes gravações eletrônicas, que deixam o consumidor à mercê dos despautérios da empresa - sobre um suposto débito, relativo a conta vencida a 16 de novembro último. Paga em um caixa eletrônico do Banco do Brasil, conforme exibe o médico.
Com o recibo bancário em mãos, o médico informou à telefônica, no desdobramento da impessoal gravação eletrônica, que a conta fora paga na data prevista. Foi quanto, pela mesma gravação eletrônica, que exaspera por não permitir ao usuários expor suas razões, foi brindado com a pérola da desídia, ao ser informado de que sua linha seria reativada em 24 horas.
Ou seja, em um escárnio ao consumidor, diante da impunidade que estimula a desídia da operadora, o assinante compulsório da OI, embora com seus pagamentos em dia, foi informado, pela gravação eletrônica, que permaneceria com seu telefone mudo por 48 horas. Apesar de nada dever para a OI.