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sábado, 7 de janeiro de 2012

Y.YAMADA PLAZA – Clientes expostos a riscos

É incrível, porém verdadeiro. Recorrentes no desprezo aos seus clientes, ainda assim os Yamada conseguem se superar em matéria de desdém aos consumidores. A mais recente estrepolia, nesse sentido, ocorre no Y.Yamada Plaza, na avenida Governador José Malcher com a travessa 14 de Abril. No andar superior, eles simplesmente congestionaram com brinquedos infantis o corredor que passa pelo restaurante Pomme D’Or e conduz aos caixas eletrônicos, como ilustra a foto. Mas não só isso. Até sexta-feira, 6, permanecia igualmente congestionada, por brinquedos infantil, na própria área destinada aos que se servem dos caixas eletrônicos.
O corredor está tão congestionado, mas tão congestionado, que expõe a riscos de um tropeço, ou uma queda de conseqüências mais graves, os clientes em geral e os idosos em particular. E é exatamente por causa dos idosos que soa absurda, sem nenhuma justificativa, a lambança da qual são cúmplices, por atos e/ou omissões, os Yamada. Pelo menos no quesito consideração aos clientes, aos quais os Yamada tanto devem, porque, com sua preferência, turbinaram a prosperidade da família, de origem humilde, bem humilde, diga-se.

Y.YAMADA PLAZA – Flagrantes do caos





O corredor que leva aos caixas eletrônicos,
no Y.Yamada Plaza, congestionado
com brinquedos,obstaculizando o vaivém
 habitual e a segurança dos clientes mais idosos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

CRIME – Y.Yamada Plaza vende queijo estragado



Mãe de família, indignada, denuncia ao Blog do Barata a venda de queijo estragado, da marca Regina, no Y.Yamada Plaza. No seu relato, ilustrado com fotos reproduzidas nesta postagem, a autora da denúncia explica que o queijo estragado, mas à venda, está dentro do prazo de validade, o que sugere negligência na temperatura indispensável para a perfeita conservação do produto. “As circunstâncias sugerem que o Y.Yamada Plaza deve reduzir o nível de refrigeração, possivelmente durante a noite”, especula a mãe de família, em sua denúncia. “Seja como for, o fato evidencia o descaso dos Yamada em relação a qualidade dos produtos que disponibilizam para os consumidores”,acrescenta.
Trata-se de um grave crime contra a saúde pública, de competência imediata da Vigilância Sanitária, se esta não fosse uma ficção, no Pará, em geral, e em Belém, em particular. Pelo menos quando entram em cena os grandes grupos empresariais, como é o caso do Y.Yamada.

sábado, 13 de agosto de 2011

Y.YAMADA – Desrespeito recorrente aos clientes

No rastro de um recorrente desrespeito do Y.Yamada Plaza (foto) em relação a segurança dos seus clientes, no final da manhã deste sábado, 13, um senhor, já sexagenário, espatifou-se em uma violenta queda, na entrada lateral do supermercado, na travessa 14 de Abril. Na ocasião, em um ritual que se repete diariamente, pela manhã e à noite, ocorria a lavagem da cozinha do Pomme D’Or Yamada, cuja água, fétida e misturada com óleo, escorre pela escadaria que dá acesso à cozinha do restaurante, desembocando em uma porta na entrada lateral do Y.Yamada Plaza. Em meio ao vaivém de clientes do supermercado, a água da lavagem da cozinha do Pomme D’Or invade a entrada lateral do Y.Yamada Plaza, cujo piso fica obviamente escorregadio, sujeitando a quedas quem por ele transita.
O recorrente desrespeito do Y.Yamada Plaza reside exatamente em permitir a lavagem diária, que ocorre de manhã e à noite, sem interditar a entrada lateral, sujeitando a um acidente mais grave quem por ali transita. Foi justamente nessa entrada lateral do Y.Yamada Plaza, na ocasião tomada pela água suja da cozinha do Pomme D’Or e com o piso escorregadio devido ao óleo de cozinha, que o cliente idoso do supermercado se estatelou, em uma violenta queda, em conseqüência do qual as sacolas que carregava romperam-se, espalhando pelo chão as compras que acabara de fazer. Aparentemente, o cliente já idoso, vítima da brutal queda, felizmente não sofreu nenhuma fratura, amargando apenas prejuízos materiais, ao ficar com sua roupa suja e ter as suas compras encharcadas pela água imunda.
A situação é tão absurda, que dessa vez, diante do protesto verbal de alguns dos circunstantes, diante da brutal queda sofrida pelo cliente sexagenário, a gerência do Y.Yamada Plaza mandou espalhar areia branca pelo chão, para neutralizar o perigo do piso escorregadio. Como o uso do cachimbo deixa a boca torta, conforme ensina a sabedoria popular, mesmo assim a segurança do Y.Yamada Plaza não fez o mais elementar, que era interditar a entrada lateral, limitando-se a monitorar o vaivém dos clientes. Ao mesmo tempo, operários espanhavam areia branca, para aplacar o estado escorregadio da rampa e de parte da calçada que dá acesso a entrada lateral do supermercado.

Y.YAMADA – A tranca, depois da porta arrombada





Nas fotos, feitas por uma colaboradora anônima do blog, momentos depois do acidente com o cliente sexagenário, um flagrante do descaso do Y.Yamada Plaza com a segurança do consumidor. Nas fotos, de cima para baixo, a água suja, da lavagem da cozinha do Pomme D’Or, espalhando-se pela entrada lateral do supermercado, tornando o piso perigosamente escorregadio e exigindo a tardia intervenção de um funcionário dos Yamada. E a areia branca, utilizada para tentar neutralizar o perigo de quedas, diante do estado escorregadio do piso. Tudo dentro da lógica insana de só colocar a tranca, depois da porta arrombada.

sábado, 25 de junho de 2011

Y.YAMADA PLAZA – Pouco caso com a segurança

Como ilustra a foto ao lado, os Yamada seguem imbatíveis no seu proverbial desapreço pelo conforto e segurança dos seus clientes do Y.Yamada Plaza.
O corredor que conduz aos caixas eletrônicos, localizados em uma área livre da sobreloja e que passa ao lado da área do restaurante PommeDOr, foi entulhado de velocípides e carros a estes assemelhados. O que obviamente reduziu a área de circulação, sujeitando as pessoas, sobretudos idosos, a um tropeção involuntário e/ou uma eventual queda, de conseqüências imprevisíveis, principalmente para aqueles que já atingiram a terceira idade.
Nada mais emblemático do menosprezo dos Yamada pelo consumidor que a manutenção do próprio Y.Yamada Plaza, hoje repleto de goteiras, que se revelam a uma chuva um pouco mais intensa que o habitual. Pelo tempo que perdura o problema, não há como minimizar o descaso.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

CAOS – A pocilga dos Yamada



Flagrantes, em um dia de chuva, da área de carga e descarga do Y.Yamada Plaza, na travessa 14 de Abril, entre as avenidas Magalhães Barata e Governador José Malcher, um perímetro nobre de Belém. Na verdade, pelo descaso dos Yamada com as mais elementares noções de higiene, sob a leniência do prefeito Duciomar Costa (PTB), o nefasto Dudu, trata-se um autêntico lixão, que atrai ratazanas e do qual exala um odor fétido. A água parada, repleta de lixo, é um propício criador do mosquito da dengue, para desespero da vizinhança.