Prestem atenção do rapaz da foto. Trata-se de Klewerton Cunha, um jovem advogado, também formado em psicologia, que é ainda professor em cursos preparatórios para concursos públicos, segundo as informações fornecidas ao blog. Juntamente com Gabriela Oliveira, uma jovem enfermeira, que conclui a pós-graduação e tenta a seleção para o mestrado, ele protagonizou um deprimente barraco no pub Café com Arte, que arrematou de forma ignominiosa, ao agredir a moça com um soco, em um gesto de repulsiva covardia.
De acordo com diversos relatos, havia um clima de mal-estar, por razões desconhecidas, entre Klewerton Cunha e Gabriela Oliveira. Segundo testemunhas do barraco, ao se encontrar com a jovem, Klewerton teria forçado uma conversa com ela, no decorrer da qual começou a se exaltar, agredindo verbalmente a moça, que a uma certa altura desferiu-lhe um tapa. Como revide, ele jogou cerveja na jovem, que revidou atirando um balde de gelo em Klewerton, atingindo-lhe no braço. Isso bastou para fazer aflorar o mané que coexiste em Klewerton, juntamente com o advogado e o psicólogo que ele também é. Covardemente, ele arrematou o barraco desferindo um soco em Gabriele.
Ambos, Klewerton Cunha e Gabriela Oliveira, foram expulsos do pub. Na delegacia de São Braz, sugerindo intimidade com o delegado de plantão, Klewerton exibia um sorriso de escárnio, em clara provocação a Gabriela, contam ainda testemunhas do imbróglio. O saldo do barraco é depreciativo para Klewerton Cunha, diante da covardia revelada pela brutalidade do seu revide, absolutamente desproporcional, por mais barraqueira que possa ter sido Gabriela Oliveira. Agredir uma mulher com um soco, ainda que revidando uma agressão desta, não é postura de homem que assim mereça ser designado. Trata-se da mais repulsiva covardia, própria de mané. Mané bobão valentão.
