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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FÁBRICA ESPERANÇA – Deus nos acuda!

Em um release enviado como comentário, na postagem intitulada “FÁBRICA ESPERANÇA – Disputa intestina”, de 11 de agosto deste ano, é anunciado, em tom laudatório e com as claras digitais dos áulicos de aluguel, uma parceria do Afro Reggae - organização não-governamental, que oferece atividades socioculturais com o objetivo de afastar jovens favelados do submundo – com a Fábrica Esperança. A parceria faria parte do projeto 100% Liberdade, o que em tese seria a parte boa da notícia.
A revelação, que faz tremer dos alicerces a cumeeira, vem em seguida. O projeto será coordenado pelo pastor Valber Duarte, de uma certa Igreja do Evangelho Quadrangular. Que no Pará é comandada pelo deputado federal Josué Bengston (PTB) e pelo deputado estadual Martinho Carmona (ex-PSDB, ex-PDT, hoje PMDB), ambos também pastores e cuja evolução patrimonial coincide com a disseminação da igreja no Estado. Como políticos, ambos se notabilizaram pelo perfil fisiológico e estão, sempre, atrelados aos inquilinos do poder, independentemente de legenda partidária. Os antecedentes de ambos fazem de qualquer egresso do sistema penal Madre Tereza de Calcutá.
Para quem acredita, é um caso de clamar por Deus!

quarta-feira, 2 de março de 2011

JATENE – A tentação totalitária

Confirmei a veracidade da denúncia feita ao blog, nesta última terça-feira, 1º de março.
Os funcionários da Fábrica Esperança estão, realmente, proibidos de falar ao telefone, no local de trabalho, com os ex-colegas recentemente demitidos pela atual administração.
A proibição é inócua. Mas nada mais abjeto, nada mais tão sórdido, nada mais repulsivo, que este arreganho autoritário da tucanalha.
Nem mesmo durante o regime militar, sob o qual passei minha adolescência e cheguei a idade adulta, deparei-me com algo parecido.
A grotesca lambança é uma demonstração eloqüente do jaez do governador Simão Jatene e seus xerimbabos.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

JATENE – A repulsiva retaliação do governador

O que mais choca no episódio é a lambança ser coonestada pelo próprio governador. Pelas desgastantes repercussões do imbróglio não há como deixar de concluir que a molecagem de Hugo César de Miranda Cintra com os demitidos da Fábrica Esperança não tenha o aval de Simão Jatene. Logo, em assim sendo, é inevitável inferir que Simão Jatene mandou às favas a liturgia do cargo e patrocinou a repulsiva retaliação aos demitidos, nivelando-se, com essa ignomínia, aos coronéis políticos dos grotões eleitorais.
Entende-se, agora, o porque da ausência do deputado Márcio Miranda, líder do governo na Alepa, na reunião de Cintra com a comissão dos representantes dos demitidos, que teve a presença do deputado petista Edilson Moura. O parlamentar do DEM preferiu omitir-se, covardemente, a se comprometer com o que obviamente sabia, antecipadamente, ser uma arrematada molecagem do governo Simão Jatene. Molecagem, repita-se, coonestada pelo próprio governador, que até então se sabia apenas pérfido, mas não capaz de tripudiar, de forma sórdida, sobre trabalhadores indefesos.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

JATENE – Apelo dos demitidos aos parlamentares

Pelo menos parte dos 50 demitidos da Fábrica Esperança, sem que tenham recebido o salário de janeiro e contemplados seus direitos trabalhistas, deverão estar nesta segunda-feira, 14, na Alepa, a Assembléia Legislativa do Pará, em busca do apoio parlamentar, para obter, sem mais delongas, o que lhes é devido. Sumariamente defenestrados, por mera conveniência política do governo Simão Jatene, os 50 demitidos da Fábrica Esperança não receberam, sequer, o pagamento do salário de janeiro. E muito menos a indenização que lhes é devida.
O pior, muito pior, é que na reunião com o novo diretor geral, Hugo César de Miranda Cintra, que se apresenta como advogado, este não adiantou, sequer, quando o governo Simão Jatene pretende efetuar o pagamento do que é devido aos 50 demitidos da Fábrica Esperança. O que, naturalmente, exacerbou a indignação dos demitidos, porque desempregados não em decorrência de qualquer avaliação sobre o desempenho funcional, mas apenas para que a nova administração da Fábrica Esperança possa usá-la para abrigar os apaniguados da tucanalha.
Descrito como medíocre, Hugo César de Miranda Cintra é definido como um mero pau-mandado de Alyrio Sabbá, que foi superintendente do Sistema Penal nos 12 anos de sucessivos governos do PSDB no Pará, entre 1995 e 2006. Candidato derrotado a deputado estadual pelo PPS, com uma votação pífia, Sabbá é tido e havido como intelectualmente chucro e notabilizado por tentar compensar com grito e truculência a notória ausência de densidade intelectual da qual padece. Segundo as versões de bastidores, a força política de Sabbá derivaria de prestar-se a ser uma espécie de boy qualificado de Isabela Jatene, filha do governador Simão Jatene, com veleidades a articuladora política.