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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

EGEP – Mazelas sem fim

Escola de Governo: nepotismo escancarado e desperdício de recursos.

        Nepotismo escancarado, com filho de diretora aboletado em cargo DAS. Contratos ultrajantes, como o celebrado com a Ala Informática, que oferece cursos de informática desnecessários, pois a autarquia dispõe de dois laboratórios para este fim. Com o agravante de se ter um sistema cujo custo mensal chega a R$ 400 mil mensais, só para fazer cadastro de turmas, cursos e professores. Ou o contrato no valor de R$ 1.090.080,00, com a Eventos S. A. Ltda., a pretexto de serviços de locação de iluminação e sonorização, com montagem e desmontagem, publicado na edição do DOE, o Diário Oficial do Estado, da última quarta-feira, 20.

        Essas são algumas das mazelas das quais padece a Escola de Governo do Pará, segundo denúncia feita ao Blog do Barata, sob a previsível proteção do anonimato, que embute o natural temor de retaliação. “Estamos cansados de ver coisas erradas na Escola de Governo!”, sublinha a denúncia, com o arremate: “Espero que você poste todas essas irregularidades e que seja feita justiça!”

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

LAMBANÇA – Jatene inventa nomeações fantasmas

O que parecia inimaginável materializou-se: em matéria de lambanças, o governo do tucano Simão Jatene, em menos de dois meses, já conseguiu superar a administração da petista Ana Júlia Carepa. A última da tucanalha, segundo denúncia feita ao blog, foi inventar nomeações fantasmas. Quem se debruçou sobre a edição do Diário Oficial de sexta-feira, 25, deparou-se com quatro nomeações para a Escola de Governo do Pará, sem que nelas sejam identificados nominalmente os servidores nomeados (reproduzidas acima). Nos atos de nomeações – para cargos comissionados – figuram apenas o número da portaria subscrita pelo diretor geral da autarquia, Ruy Martini Santos Filho.
É bem verdade, segundo acentua a internauta autora da denúncia, que a Escola de Governo é a única a lançar mão deste artifício. “Os demais órgãos que veicularam as nomeações feitas, identificaram nominalmente os nomeados, até porque é a devida publicidade que confere validade aos atos administrativos”, acentua a internauta. “A exigência da publicidade dos atos administrativos tem como objetivo, justamente, permitir o controle da sociedade”, acrescenta.

LAMBANÇA – Ardil pode escamotear nepotismo

A internauta que faz a denúncia suspeita que a lambança possa ter como objetivo escamotear a prática de nepotismo na Escola de Governo. Prática, acrescenta a denúncia, que já tem precedente: a coordenadora de Recursos Humanos, Lilian Cleice Costa de Carvalho, nomeada em 17 de fevereiro, seria nora do diretor Administrativo-Financeiro. “A despeito de não exibirem o mesmo sobrenome, é do domínio público o parentesco”, acentua a internauta.
Mas no caso da coordenadora de Recursos Humanos isso não é tudo. Existe a suspeita de que Lilian Cleice Costa de Carvalho não disponha sequer de curso superior. A suspeita ganha fôlego porque os concursos públicos a que ela se submeteu – em nenhum dos quais foi aprovada – foram todos para nível médio. “É um forte indício de que ela não dispõe de nível superior, porque, se assim fosse, naturalmente disputaria uma vaga na sua área de formação”, observa também a denúncia feita ao blog.
A conferir.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

EGPA – Martini, o novo diretor geral

Rui Martini Santos Filho. Este é o novo diretor geral da EGPA, a Escola de Governo do Estado do Pará, o que sepulta a avalancha de especulações sobre o destino da autarquia, criada no primeiro mandato de Simão Jatene como governador, de 2003 a 2006. Sucateada durante o governo Ana Júlia Carepa, a EGPA acabou utilizada como moeda de troca, tornando-se feudo do PRB, o Partido Republicano Brasileiro, que no Pará é o braço político da IURD, a Igreja Universal do Reino de Deus, aquela do autoproclamado bispo Edir Macedo, suspeito de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Em troca, via PRB, a IURD apoiou, pelo menos formalmente, a candidatura de Ana Júlia Carepa à reeleição.
Rui Martini Santos Filho é graduado em engenharia agronômica pela FCAP, a Faculdade de Ciências Agrárias do Pará, hoje UFRA, Universidade Federal Rural da Amazônia. Ele é especialista em gestão acadêmica e universitária pela Fundação Pedro Leopoldo, de Belo Horizonte. Sua principal credencial, para o cargo, é ter participado da implantação da Escola de Governo, como diretor de Desenvolvimento e Valorização de Pessoas, de junho de 2003 a dezembro de 2006, término do primeiro mandato de Simão Jatene como governador.
Sobre sua passagem anterior pela EGPA, os contemporâneos de Rui Martini Santos Filho relatam que ele costumava ser discreto. Discretíssimo. “Talvez porque naquela época Eliana Jatene (ex-mulher e mãe dos dois filhos do governador Simão Jatene ) estivesse pela escola e ela, como bem sabemos, por ser centralizadora e demasiadamente espaçosa, não deixa espaço para os demais circunstantes”, ressalva um servidor da EGPA. “A rigor, não se tem muito o que falar sobre ele”, acrescenta a mesma fonte.

EGPA – O desafio de começar de novo

É bom, muito bom, mesmo, que Rui Martini Santos Filho tenha participado da implantação da Escola de Governo do Pará, diante do legado que lhe aguarda. A autarquia foi sucateada até a exaustão durante o governo Ana Júlia Carepa e, em particular, a partir do momento em que foi tomada de assalto pelos pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, como contrapartida pelo apoio a candidatura à reeleição de Ana Júlia Carepa. Desde então a EGPA ficou reduzida a um comitê de campanha de Divino dos Santos, o pastor da IURD eleito deputado estadual pelo PRB e cuja escolaridade não ultrapassa o ensino fundamental.
A despeito dos seus vícios de origem, a Escola de Governo, tal como hoje se encontra, é um simulacro dos princípios que inspiraram sua criação, durante o primeiro mandato como governador de Simão Jatene, de 2003 a 2006. A escola teve como primeira diretora geral Eliana Silva Jatene, ex-mulher e mãe dos filhos de Simão Jatene. Por ser originalmente uma técnica reconhecidamente competente, Eliana tratou de minimizar as conseqüências deletérias do mais escancarado nepotismo por ela própria patrocinado. Insaciável, Eliana utilizou a EGPA como uma agência de emprego a serviço de sua família. Mas soube preservar aquele mínimo de qualidade indispensável.

EGPA – Ascensão e queda de Edilza

No governo Ana Júlia Carepa a Escola de Governo foi confiada a Edilza Joana Oliveira Fontes (foto), a Cuca, professora de carreira da UFPA, a Universidade Federal do Pará, cacifada pela condição de comadre de Ana Júlia Carepa, além de amiga pessoal e assessora da mais estrita confiança da governadora. Nada foi capaz de travar a nomeação de Edilza como diretora geral da autarquia. Nem seu temperamento abrasivo, desagregador, que consolidou sua imagem de casca-grossa, barraqueira, nem a fama de estróina dos recursos públicos, que ela incorporou após sua passagem pela Fumbel, a Fundação Cultural do Município de Belém, no primeiro mandato de Edmilson Rodrigues, então no PT, como prefeito de Belém.
Mas o que conspirou contra Edilza, à frente da EGPA, foi ela acumular a Escola do Governo com o PTP, o Planejamento Territorial Participativo, programa capaz de turbinar eventuais pretensões eleitoreiras, porque estreitava os laços com as lideranças municipalistas. Deslumbrada com o vasto leque de prerrogativas do poder, Edilza passou a alimentar o projeto de sair candidata à Câmara Federal, sobrepondo o PTP a EGPA. Ao alimentar a veleidade de tornar-se deputada federal, Edilza entrou em rota de colisão com o círculo de assessores mais íntimos de Ana Júlia Carepa, capitaneados por Marcílio de Abreu Monteiro, então secretário de Projetos Estratégicos, que é também ex-marido e pai da filha da governadora. Essa entourage já havia definido o nome ungido para chegar à Câmara Federal, com o declarado apoio da governadora Ana Júlia Carepa e turbinado pelo uso da máquina administrativa estadual.
O nome ungido pelo chamado núcleo duro do governo, como candidato a deputado federal, foi o iracundo Cláudio Alberto Castelo Branco Puty, chefe da Casa Civil e articulador político do Palácio dos Despachos, também conhecido como Pacheco, em alusão ao personagem de Eça de Queiroz farto em empáfia e parco em realizações. A outra opção preferencial, esta para a Assembléia Legislativa do Pará, passou a ser Edilson Moura, na época secretário estadual de Cultura.

EGPA – De mal a pior

Edilza, aparentemente, superestimou seu prestígio junto a Ana Júlia Carepa e subestimou o pragmatismo da governadora, assim como o poder de fogo do núcleo duro do governo. Só isso parece ser capaz de explicar o porquê dela não se antecipar e poupar-se da humilhação a que foi submetida, ao ser defenestrada do governo sem dó e nem piedade, sob a indiferença de Ana Júlia Carepa. A ilação possível é de que Edilza acreditou, até a undécima hora, ser poupada pela governadora, em nome da estreita amizade que uniu as duas até passado recente, aliás, bem recente. A partir daí as coisas foram de mal a pior.
Em troca do apoio da Igreja Universal, via PRB, à sua reeleição, Ana Júlia mandou os escrúpulos às favas e levou ao paroxismo o arrivismo político, valendo-se da Escola de Governo como moeda de troca. Assim, em uma das mais deprimentes passagens do seu governo, ela defenestrou uma professora universitária, no caso Edilza Joana Oliveira Fontes, e nomeou diretor geral da EGPA Divino dos Santos (foto), pastor da IURD, cuja escolaridade não vai além do ensino fundamental. Ao tomar de assalto a Escola de Governo, o magote de pastores a serviço do autoproclamado bispo Edir Macedo, proprietário da TV Record, tratou de aparelhar a autarquia, mirando na indústria de dízimos que ela pode representar. Não por acaso, Divino fez uma razia, exonerando todos os ocupantes de cargos DAS de maior salário, substituídos por pastores e obreiros intelectualmente chucros e sem qualificação para as funções que lhes foi confiada. Boa parte dos servidores preteridos dos cargos de maior remuneração foi removida para cargos de remuneração inferior aos daqueles antes ocupados. A esse contingente passou a caber o desempenho das funções que, formalmente, caberiam aos obreiros contemplados com os DAS de maior remuneração, mas para os quais não dispunham de qualificação.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ESCOLA DE GOVERNO – As especulações

Sucateada até a exaustão durante a caótica administração petista de Ana Júlia Carepa, uma avalanche de especulações varre os bastidores da Escola de Governo sobre o destino da instituição neste segundo mandato do governador tucano Simão Jatene. Na busca insana pela reeleição, a ex-governadora Ana Júlia Carepa reduziu a Escola de Governo a moeda de troca, terminando por torná-la um feudo da Igreja Universal do Reino de Deus. A Universal, recorde-se, é aquela igreja do autoproclamado bispo Edir Macedo, acusado de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro pelo Ministério Público paulista.
Por isso, naturalmente, a ansiedade dos servidores de carreira, massivamente defenestrados dos cargos comissionados, monopolizados por obreiros da Igreja Universal, sob o comando do pastor Divino dos Santos (foto). Nomeado diretor geral da Escola de Governo, a despeito de exibir parca escolaridade, Divino acabou eleito deputado estadual pelo PRB, o Partido Republicano Brasileiro, o braço político da Universal no Pará. Uma candidatura certamente turbinada pelos fartos dízimos dos obreiros da IURD aboletados em cargos DAS. A campanha de Divino foi tão farta, tão farta, que ele conseguiu eleger-se deputado estadual.

ESCOLA DE GOVERNO – A suposta opção

Dentre os servidores de carreira fala-se que o governador Simão Jatene estaria supostamente inclinado a nomear um técnico. O que abriria a perspectiva de uma tentativa de saneamento da Escola de Governo, que no mandato anterior de Jatene foi dirigida por Eliana Silva Jatene, ex-mulher e mãe dos dois filhos do governador. Uma técnica reconhecidamente competente, Eliana revelou-se muito ciosa de sua autoridade e notabilizou-se não só pela postura autocrática, mas principalmente por patrocinar um escancarado nepotismo, como se a escola fosse uma agência de empregos a serviço da família Silva.
A despeito das estripulias de Eliana Jatene, os servidores de carreira relatam que ela, pelo próprio status de ex-mulher do governador, imprimiu uma aura de respeito à instituição. Um respeito que começou a ser esfarinhado quando, no governo Ana Júlia Carepa, a Escola de Governo ficou sob o comando de Edilza Joana Oliveira Fontes, a Cuca, uma diretora geral ausente, porque mais preocupada em pavimentar sua candidatura à Câmara Federal, via PTP, o Planejamento Territorial Participativo. A pretensão de sair candidata à Câmara Federal, que ameaçava o projeto do Palácio dos Despachos de eleger Cláudio Castelo Branco Puty deputado federal, pelo PT, acabou por fazer Edilza cair em desgraça e ser defenestrada do governo de forma humilhante. Com isso, ela viu-se compelida a se contentar com a candidatura a deputada estadual, sem obter êxito.
Até então, além de comadre, Edilza Joana Oliveira Fontes era amiga pessoal e assessora da mais absoluta confiança de Ana Júlia Carepa. Uma relação permeada, dizem, por uma inequívoca afinidade etílica. Nada disso resistiu a determinação dos luas pretas de Ana Júlia Carepa em eleger o obscuro Puty para a Câmara Federal. Ana Júlia, pragmática, não poupou a então amiga, rezando na cartilha da eminência parda do seu governo, Marcílio Monteiro, ex-marido e pai da filha da ex-governadora.

ESCOLA DE GOVERNO – Menezes, outro nome

Fala-se também, nos bastidores, que o governador Simão Jatene nomearia como novo diretor geral da Escola de Governo Sérgio Roberto Santarém Menezes (foto), que chegou a ser diretor da instituição na gestão do pastor Divino dos Santos, o que acaba por soar desabonador. Candidato derrotado a deputado estadual pelo mesmo PRB do pastor Divino dos Santos, com 1130 votos, ele é formado em administração pela FAP, Faculdade do Pará. Sérgio Roberto Santarém Menezes é descrito como intelectualmente raso e um administrador medíocre, com o agravante de ter mantido um turbulenta relação com os servidores de carreira de reconhecida competência, em sua passagem pela Escola de Governo.
O cacife de Roberto Santarém Menezes residiria na eleição do pastor Divino dos Santos como deputado estadual. Inclinado a atrair Divino para a base de sustentação parlamentar do governo na Alepa, a Assembléia Legislativa do Pará, Jatene estaria disposto a repetir Ana Júlia Carepa, ao utilizar a Escola de Governo como moeda de troca. Algo que fatalmente passará a soar ao epitáfio daquele mínimo de decência que se espera de um governo, principalmente em seu início.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

PETRALHAS – Caos na Escola de Governo

O caos institucionalizado. De acordo com recorrentes denúncias, assim pode ser definida a situação da Escola de Governo do Pará, depois que a governadora petista Ana Júlia Carepa (foto, com o nefasto Dudu, seu parceiro) utilizou-a como moeda de troca, para obter o apoio do PRB, o Partido Republicano Brasileiro, à sua reeleição. No Pará, o PRB é o braço político da Igreja Universal do Reino de Deus, aquela do autoproclamado bispo Edir Macedo, proprietário da Rede Record de Televisão. Acusado de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha pelo Ministério Público de São Paulo, Edir Macedo exibe uma súbita evolução patrimonial, que coincide com a disseminação da Igreja Universal, suspeita de explorar a boa-fé da massa de fiéis, majoritariamente incultos e, por isso, suscetíveis de manipulação.
Ao tomar de assalto a Escola de Governo, o PRB foi o avalista da nomeação, como diretor geral, de Divino dos Santos, que é pastor da Igreja Universal e cuja escolaridade não ultrapassa o ensino fundamental. Coube a ele conduzir o aparelhamento da instituição, ao promover uma razia, com exonerações em massa dos servidores que ocupavam cargos comissionados, os célebres DAS, inclusive aqueles de carreira. Desde então os DAS passaram a ser monopolizados pelos obreiros e fiéis da Igreja Universal, ainda que sem a qualificação para as funções a eles atribuídas. Como o dízimo é uma peculiaridade da igreja de Edir Macedo, é inevitável concluir que a lambança serviu para engordar o caixa da Universal no Pará.

PETRALHAS – O sucateamento da instituição

Sob a administração de Divino dos Santos, o pastor da Igreja Universal, o sucateamento da Escola de Governo tornou-se inevitável. Candidato a deputado estadual pelo PRB, diante da necessidade de se desincompatibilizar, por força da legislação eleitoral, Divino foi substituído no cargo de diretor geral por um certo Walter Vieira da Silva, que sequer se preocupou em ser apresentado ao conjunto de servidores da instituição. Sobre ele, nada se sabe. Supõe-se, quando muito, que também seja pastor da Igreja Universal.
Desde que a Escola de Governo ficou reduzida a um mero comitê de campanha do PRB, o descalabro administrativo foi levado ao paroxismo. Com seu pagamento atrasado há quatro meses, no dia 1º de setembro a empresa encarregada da limpeza, a TB Figueiredo Nunes Engenharia e Construção, suspendeu suas atividades na escola. Antes desse gesto extremo, a empresa já suspendera o fornecimento de material de limpeza, como papel higiênico e sabão para lavar as mãos. Depois de um hiato que se estendeu de 1º a 2 de setembro, a TB Figueiredo Nunes Engenharia e Construção retomou suas atividades na instituição, diante da promessa de que o pagamento dos meses em atraso seria, enfim, consumado.

PETRALHAS – Falta até papel higiênico

A Escola de Governo vive, hoje, constrangimentos sem fim, de acordo com as denúncias dos servidores, obviamente abrigados no off, pelo temor de retaliações. Relatam, como eloqüente exemplo do caos administrativo, um curso de especialização promovido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, cujo professor mantém sobre sua mesa, durante as aulas, um rolo de papel higiênico, à disposição de quem eventualmente precise ir ao banheiro. “Seria cômico, não fosse trágico!”, desabafa uma das fontes da escola.
Mas isso não é tudo, em matéria de vexames, relatam ainda as mesmas fontes. Diante da utilização de guardanapo de papel como papel higiênico, a senhora que explora a cantina da Escola de Governo passou a vender rolos de papel higiênico.

PETRALHAS – Site pirata, diante da inadimplência

Também seria conseqüência da inadimplência a existência de um site pirata da Escola de Governo. Ao acessar o endereço eletrônico oficial da escola, www.egpa.pa.gov.br , o internauta se depara com o aviso de que o site está em manutenção. Para divulgar os poucos cursos que serão ministrados, foi criado um clone do site oficial, cujo endereço é http://egpa.hd1.com.br/egpa.html . O site pirata, assegura uma outra fonte da escola, contraria a legislação eleitoral, por manter a logomarca da administração Ana Júlia Carepa – “Pará - Governo Popular".
No relato de fontes da própria instituição, a criação do site pirata deriva de atraso no pagamento da empresa responsável pela manutenção do site oficial. “A única alternativa, para divulgar os poucos cursos que ainda promovem, foi criar um clone do site oficial”, garante um servidor da escola.

PETRALHAS – As provas da lambança


PETRALHAS – Cadeiras são retiradas na marra

“A sucessão de calotes da atual administração da Escola de Governo leva a situações profundamente constrangedoras”, denuncia uma das fontes ouvidas pelo blog. “É uma situação emblemática do desapreço do atual governo por uma instituição que ele deveria estimular, porque voltada para a qualificação e reciclagem dos servidores.”
Essa fonte conta que, há alguns meses atrás, foram compradas algumas cadeiras para o auditório da escola. Como não foi efetuado o pagamento, a empresa simplesmente resgatou “na marra” as cadeiras adquiridas, mas cuja compra não foi paga.

PETRALHAS - Bastidores da Universal

Eis o jaez dos comparsas dos petralhas!