Abrigado no anonimato, por temer
retaliações, servidor público concursado denuncia perseguições na Sespa, a
Secretaria de Estado de Saúde Pública, orquestradas, segundo o relato feito ao Blog do Barata, por Débora Francisca Jares, diretora do DDASS, o Departamento de Desenvolvimento em Auditoria e
Serviços de Saúde.
Pela sua gravidade, segue abaixo a
transcrição, na íntegra, da denúncia:
“Venho por meio deste
primeiramente pedir o anonimato, pois já tive provas mais do que cabais do que
o governo Jatene e capaz de fazer com um servidor publico que manifesta
insatisfação com sua administração.
“Sou servidor publico concursado
da Sespa e já tentei por inumeras vezes os veículos de comunicação que se
recusam a publicar, sendo atendido apenas uma vez pelo Diário do Pará, pois não
é mais aceitável que a diretora do DDASS (Departamento de Desenvolvimento em
Auditoria e Serviços de Saúde), Débora Francisca Jares, vem fazendo desde muito
tempo, além de sua quase que total ausência na rotina normal de qualquer
servidor(prova disso são sempre as pilhas de documentos que requerem sua
assinatura e mofam durante meses). Sua forma de tratar os servidores concursados
que não fazem parte de seu ‘circulo de amizade politica’ é quase que imoral,
como denunciei ao Diário do Pará. No período das eleições, a mesma sumiu de seu
ambiente de trabalho durante meses, para fazer campanha para o governador
Jatene. Após as eleições, embarcou para uma viagem internacional para, segundo
ela em uma rede social, ’merecido descanso’.
“Em contrapartida, uma servidora
concursada que sofre de problemas de saúde comprovados por laudos médicos, não
teve a mesma a benevolência por parte da diretora e, mesmo comprovando que sua
ausência fora por motivos de saúde, teve seu salário cortado e ainda foi dada
como exemplo de ‘servidor preguiçoso’ em todo departamento. Eu e outros
servidores já procuramos tanto o antigo secretário de Saúde, Hélio Franco, como
a atual (na época adjunta), Heloisa Guimarães, e ambos sequer nos receberam.
“E por fim ainda pesa sobre a
mesma seríssimas denúncias de favorecimento ao seu namorado, que é dono de um
hospital particular em Ulianópolis, o qual tem um convênio para lá de suspeito
com o Estado, para o tratamento de hemodiálise, sem um relatório público do
mesmo.
“Espero que a opinião publica tome
conhecimento deste absurdo e que as autoridades competentes possam tomar
providencias necessárias para que nós, servidores públicos concursados,
tenhamos um tratamento no mínimo humano por este governo, que nos útimos quatro
anos não fez absolutamente nada por nós.”






