Mostrando postagens com marcador Hospital Abelardo Santos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hospital Abelardo Santos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

ABELARDO SANTOS – Abandono, sujeira e proliferação de ratos tomam conta do hospital

Hospital Abelardo Santos: denúncias de falcatruas em setembro.
Abandono, sujeira e baratas em profusão, o cenário em dezembro.
O mais completo abandono, sujeira disseminada, fossas transbordando e proliferação de ratos. Segundo denúncia feita ao Blog do Barata, ilustrada por fotos, este vem sendo o cotidiano do Hospital Regional Abelardo Santos, no distrito de Icoaraci, que atende em média 250 pacientes por dia, segundo a Sespa, a Secretaria de Estado de Saúde Pública. Ainda em setembro, o hospital foi alvo de graves denúncias, também reveladas em primeira mão pelo Blog do Barata, envolvendo desvio de recursos públicos, fraudes em licitações, tráfico de influência e retaliações aos servidores que se opunham às falcatruas.

“Venho, através deste e-mail, fazer uma denúncia muito séria, a respeito do precário estado em que se encontra o Hospital Abelardo Santos”, assinala o e-mail enviado ao blog, ilustrado por fotos. “Os ratos estão tomando conta da maternidade”, relata a denúncia. “Tem-se material hospitalar guardado em locais nos quais se encontra urina de rato, fossas transbordando, entulho em profusão, lixo hospitalar exposto a céu aberto e gerador com sua fiação exposta”, acrescenta o relato.

ABELARDO SANTOS – Flagrantes do caos

Fotos que ilustram a denúncia sobre o abandono no qual se encontra o Hospital Regional Abelardo Santos, em Icoaraci, distrito de Belém:











domingo, 2 de fevereiro de 2014

ABELARDO SANTOS – O caos institucionalizado

















Flagrantes do desmazelo com a saúde pública.
                Goteiras, sem piso e infestado por ratos, que destróem e contaminam tudo, inclusive os medicamentos e materiais de consumo do almoxarifado do hospital, utilizados no atendimento aos pacientes. Este é o cenário no imóvel localizado na Manoel Barata, nº 1038, a Segunda Rua de Icoaraci, no qual estão abrigados 40 servidores do Hospital Abelardo Santos, além de equipamentos, material de consumo e até remédios, sem o mais tênue resquícios de zelo, de acordo com a denúncia feita ao Blog do Barata, ilustrada pelas fotos acima.
        No início deste ano, foi deflagrada a demolição do prédio que até recentemente abrigava o Abelardo Santos, para a construção do novo hospital, em um prédio adaptado às suas demandas e mais confortável. Com isso, o atendimento do hospital foi transferido para a antiga Clinica São Lucas, na travessa Itaboraí, entre Primeira e Segunda Ruas de Icoaraci, além de outros dois imóveis na rua Manoel Barata, também em icoaraci. Nenhum dos imóveis foi inspecionado pela Vigilância Sanitária, acrescenta o relato feito ao Blog do Barata.

ABELARDO SANTOS – O inventário da inépcia

        Nos imóveis que hoje abrigam de servidores a equipamentos, material de consumo e até remédios – sem o mais tênue resquício de zelo, conforme fonte do Blog do Barata -, tem-se uma radiografia do desapreço dos inquilinos do poder pela saúde pública com um mínimo de qualidade.
        Segundo a denúncia feita ao Blog do Barata, é possível constatar, em uma espécie inventário da inépcia:

1.      Banheiros sem condições mínimas de higiene, enquanto os mais de 40 servidores, instalados no imóvel, se espremem entre caixas, de mercadorias, medicamentos e equipamentos;

2.      Falta de água potável, para se beber e para um mínimo de higiene;

3.      Não há ventiladores ou ar condicionado, apesar da pilha de aparelhos jogados nos fundos do imóvel, a céu aberto;

4.      Mais de 100 macas e camas de centro cirúrgico, de inox, compradas no ano passado e que agora estão empilhadas a céu aberto;

5.      Equipamentos de ultima geração, como as encubadoras para recém nascidos, que estão nos fundos e no pátio da frente do imóvel, expostas a sol e chuva, ao invés de servirem para salvar vidas;

6.      Dezenas de centrais de ar condicionado adquiridas no ano passado e que estão jogadas no fundo do terreno, pegando chuva e sol;


7.      Móveis, cadeiras, equipamentos, documentos e medicamentos jogados um por cima do outro, a céu aberto.

ABELARDO SANTOS – Desmazelo criminoso

        A denúncia acentua não apenas o desmazelo criminoso, revelado pela situação, mas também adverte para o risco da atual situação pavimentar o caminho que leve à pilhagem de bens públicos. “Convoco-lhes a verificarem a veracidade da denúncia o mais urgente possível, antes que sumam com tudo!”, adverte fonte ouvida pelo Blog do Barata.

        “Na entrada do imóvel é possível ver do lado de fora as encubadoras expostas ao sol e a chuva”, prossegue a fonte. “São equipamentos caríssimos, que nunca foram utilizados, mas que já estão danificados”, adverte.

ABELARDO SANTOS – Nem entulho escapa

        “As fotos que acompanham a denúncia são ilustrativas do mais imoral e acintoso desrespeito com a saúde da população paraense e do desperdício com recursos do Estado, que vive alegando falta de recursos para implementar ações básicas, na área da saúde”, assinala a denúncia feita ao Blog do Barata. “Isso quando não alega a suposta falta de recursos para justificar uma draconiana e seletiva contenção de gastos, que penaliza os servidores efetivos e conspira contra a qualidade do atendimento aos pacientes, enquanto os janelados entregam-se às delícias das sinecuras, bancadas, naturalmente, por todos nós, contribuintes."

        A denúncia também sublinha que nem sequer os entulhos da demolição do prédio que abrigava o Abelardo Santos escapa da voracidade dos diretores do hospital. “O que se vê são gestores mais preocupados em tomar posse do que poderia ser eventualmente aproveitado, na construção do novo prédio, ou até doado aos mais carentes, como telhas, grades, madeiras, portas, janelas, vidros, fios e cabos elétricos”, reforça um servidor, protegido pelo anonimato, para evitar retaliações. “Nem aparelhos, que feita a manutenção adequada poderiam ser reaproveitados, escapam”, salienta.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

ABSURDO – Carnaval com recursos da saúde

Vera Cecim, no centro, diretora, com Fábio Santiago, à dir.
Wallace, à dir., temporário, com a prima do vice (de azul), DAS.
   Jefferson, sentado, com a mulher, que não é concursada.

        O deboche levado ao paroxismo. Assim pode ser definida a lambança promovida pela diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, no distrito de Icoaraci, na região metropolitana de Belém, Vera Cecim, ao articular, e dele participar animadamente, um baile a fantasia, ao que consta com recursos públicos, destinados à saúde. A pilhagem ao erário, para bancar a festa, teria sido na ordem de R$ 10 mil, segundo revela o Blog dos Concursados, em matéria que pode ser acessada pelo endereço abaixo:


        Na esteira da denúncia sobre a lambança que foi o baile a fantasia, um autêntico escárnio, em um Estado com índices sociais africanos, o presidente da Asconpa, a Asssociação dos Concursados do Pará, José Emilio Almeida, formalizou uma série de denúncias de irregularidades envolvendo a diretoria do Hospital Regional Abelardo Santos. Dentre outras tantas irregularidades, ele protocolou, na 6ª Promotoria de Justiça dos Direitos Constitucionais e do Patrimônio Público de Belém, do Ministério Público Estadual, as frequentes contratações de servidores temporários para o cargo de agente administrativo, cujas vagas foram ofertadas no concurso público C-153, realizado em 2010.
        Segundo José Emilio Almeida, outra denúncia é a prática de nepotismo no Abelardo Santos. Consta que no RH do hospital trabalha um casal de temporários Além da prima do vice-diretor, Fábio Santiago, chamada Andreza. Todos embolsando gordos DAS.
        Um inquérito, que tramita na 2ª Promotoria de Icoaraci, investiga o vice-diretor, Fábio Santiago, acusado de utilizar a distribuição irregular de plantões para beneficiar pessoas a ele ligadas.
        As denúncias chegaram a Asconpa, enviadas por servidores efetivos, que reclamam de assédio moral por parte dos temporários que ocupam cargos de chefia, acrescenta José Emílio Almeida.