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| Carlos Maneschy: indiferença diante do sucateamento do Barros Barreto. |
Uma
mãe de família, de 48 anos, vítima do mal de Parkinson, aguarda desde de
dezembro a medicação indispensável para manter a doença sob controle, em falta
no Hospital Universitário João de Barros Barreto, a quem cabe fornecê-la.
Entre
os remédios dos quais depende a paciente, portadora do mal de Parkinson, figuram o Encatapone
e o Bramitexol de 1 grama.
O mais
dramático, de acordo com a denúncia feita ao Blog do Barata, é que inexiste uma previsão
exata do Barros Barreto sobre quando voltará a fornecer a medicação. A direção
do hospital acena informalmente com a possibilidade da medicação ser
disponibilizada em fevereiro próximo.
Enquanto
isso, o reitor da UFPA, a Universidade Federal do Pará, Carlos Maneschy, com um
cinismo capaz de corar anêmico, faz cara de paisagem, obnubilado pelas pompas e
circunstâncias do cargo. Já no seu segundo mandato como reitor, não há registro
do empenho de Maneschy em pelo menos aplacar o sucateamento do Hospital
Universitário João de Barros Barreto.




