
O escândalo é tanto mais acintoso porque a profissional contratada, a terapeuta ocupacional Larissa Souza e Silva, está longe de exibir as credenciais capazes de justificar o investimento, em tudo e por tudo de eficácia duvidosa. A jovem sequer conseguiu ser aprovada no concurso público promovido em 2009 pelo Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, para o cargo de fiscal de terapia ocupacional.
A marmota, ao fim e ao cabo, exala o fétido odor de uma escandalosa tramóia. Principalmente diante das suspeitas de que Larissa Souza e Silva seja filha de uma servidora do Detran. Se assim for, sua contratação soará, em verdade, a escárnio.
Seja como for, cabe a pergunta que não quer calar: Ministério Público, cadê você???!!!
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