sábado, 27 de agosto de 2016

MODUS OPERANDI – Questão de estilo


MURAL – Queixas & Denúncias


ELEIÇÕES – Nem condenação afeta Edmilson, que lidera com 37%, contra 28% de Éder Mauro e 11% de Zenaldo

Segundo o Ibope, Edmilson (à esq.) lidera a disputa pela prefeitura,
superando Éder Mauro (centro) e Zenaldo (à dir.), cujo índice é pífio.

Nem a recente condenação por improbidade administrativa – da qual ainda cabe recurso- parece capaz, aparentemente, de minar o favoritismo do deputado federal Edmilson Rodrigues (PSOL) na disputa pela Prefeitura de Belém, na qual desponta com 37% das intenções de voto, de acordo com a última pesquisa eleitoral do Ibope. Seus dois principais concorrentes, o também deputado federal Éder Mauro (PSD), um delegado de polícia com fama de truculento, e o prefeito e candidato à reeleição Zenaldo Coutinho (PSDB), protagonista de uma administração caótica e pontuada por suspeitas de corrupção, respondem a ações penais. Pelo Ibope, Éder Mauro, acusado pelo Ministério Público de ter forjado um flagrante e torturado pessoas em abordagem policial, além de ter ameaçado uma menor de idade e o pai, tem 28% das intenções de voto. Zenaldo Coutinho, acusado de incêndio culposo do Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, exibe minguados 11% de intenções de voto, com o agravante de ostentar uma rejeição que bate em 40% dos eleitores.
Segundo pesquisa do Ibope encomendada pela TV Liberal e divulgada neste sábado, 27, com uma margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, o deputado federal Edmilson Rodrigues (PSOL) lidera a disputa pela Prefeitura de Belém, com 37% das intenções de voto, contra 28% do também deputado federal Éder Mauro (PSD) e 11% do atual prefeito e candidato a reeleição, Zenaldo Coutinho (PSDB). Úrsula Vidal (Rede), tem 4%: Regina Barata (PT), 3%; Carlos Maneschy (PMDB), 2%; Cleber Rebelo (PSTU), 1%; Lélio Costa (PC do B), 1%; Ivanildo Gomes (PRTB), 1%; e Luiz Menezes (PCB), 0%. Bancos e nulos correspondem a 9% e não sabem ou não responderam, 3%.
A pesquisa foi divulgada no Jornal Liberal 1ª Edição, da TV Liberal, afiliada da TV Globo e que integra o Sistema Romulo Maiorana de Comunicação, que inclui o jornal O Liberal, o segundo em circulação no Pará. De acordo com a notícia, também reproduzida pelo G1/Pará, o Ibope ouviu 602 eleitores da cidade de Belém entre os dias 22 e 25 de agosto e a pesquisa tem uma margem de erros de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Isso significa que, considerando a margem de erro, que é de quatro por cento, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%.

ESPONTÂNEA – Na pesquisa espontânea - na qual o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem mencionar candidatos -, Edmilson Rodrigues tem 28% das intenções de voto, contra 17% de Éder Mauro e 8% de Zenaldo Coutinho. Cleber Rebelo tem 1%; Carlos Maneschy, 1%; Regina Barata, 1%; Úrsula Vidal, 1%; e os demais somam 1%. Brancos e nulos correspondem a 14% e 27% não sabem ou não responderam.

ELEIÇÕES – Rejeição a Zenaldo chega a 40%

Em termos de rejeição, segundo ainda o Ibope, o prefeito Zenaldo Coutinho desponta absoluto, com um índice que chega a 40%, contra 26% de Edmilson Rodrigues e 21% de Éder Mauro. Regina Barata tem 16%; Úrsula Vidal, 12%; Cleber Rabelo, 9%; Luis Menezes, 9%; Lélio Costa, 7%; Carlos Maneschy, 7%; e Ivanildo Gomes, 6%.

A pesquisa revela também que 3% dos eleitores não votam em nenhum dos candidatos e 8% não sabem ou não responderam.

ELEIÇÕES – 50% acreditam na vitória de Edmilson

A pesquisa do Ibope revela que 50% dos eleitores acreditam na vitória de Edmilson Rodrigues; 27% apostam no triunfo de Éder Mauro. Acreditam na vitória de Zenaldo Coutinho 13%; 1% na de Lélio Costa; 1% na de Carlos Maneschy; 1% em Regina Barata; e 1% em Úrsula Vidal.
O percentual dos que acreditam na vitória dos demais candidatos é de 1%. Não sabem ou não responderam, 116%.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

LUIZ PINTO - Urnatrina


MURAL – Queixas & Denúncias


ODMAR BARATA NETO – O adeus a um homem bom



O passado não é o que passou, mas o que ficou do que passou, dizem. Se assim é, só restam boas lembranças da passagem por esta vida de Odmar Barata Neto, o Baratinha, exceto pelo que dele independeu - a cruel e devastadora esclerose múltipla, que enfrentou bravamente nos últimos 19 anos. O mais velho do meu vasto elenco de sobrinhos, ao morrer, nesta última quinta-feira, 25, ele nos lega a imagem de um homem visceralmente bom, às vezes ingênuo em sua bonomia, cuja trajetória foi pontuada por uma comovente generosidade.
Engenheiro agrônomo, Baratinha não teve muito tempo para dedicar-se ao seu ofício profissional, diante das sequelas das doenças contraídas em suas andanças pelo interior, frequentemente feitas sob condições adversas. Doenças que enfrentou com determinação, mirando na paixão alimentada pela profissão que escolheu, reagindo sempre com otimismo quando confrontado com as vicissitudes com as quais se deparava. Vicissitudes que enfrentou com altivez, poupando-se da comiseração tão ao gosto dos fracos, categoria na qual decididamente jamais se incluiu. A mesma altivez que exibiu, enquanto teve um mínimo de domínio sobre si, diante da insidiosa doença que o levou a ficar, anos a fio, prostrado em uma cama. Enquanto conseguiu andar, mesmo arrastando-se, jamais abdicou de fazer suas refeições na mesa, evitando a presença de outros que não fossem os pais e irmãos, para driblar o constrangimento de alguém mais vê-lo comer com colher, porquanto, excessivamente trêmulo, já não mais conseguia alimentar-se com garfo e faca.
Uma pessoa especial, bonita por dentro e por fora, Baratinha incorporou quase tudo do que de melhor havia em duas de suas grandes paixões, os avós paternos, Odmar e Tereza Cristina, o  e a , como a eles se referia desde criança, figuras tão presentes em sua vida quanto os próprios pais e que a ele dedicaram, enquanto viveram, um amor com início e sem fim. A seu respeito pode-se dizer que as virtudes a ele atribuídas não derivam da condescendência suscitada pela dor provocada pela sua morte, mas do legado de uma vida, lenta e gradualmente interrompida pela doença degenerativa que sobre ele se abateu.
Como apenas 10 anos nos separavam, acabei por tê-lo não como sobrinho, mas como um irmão mais novo, em uma atmosfera de carinho e cumplicidade favorecida pelas circunstâncias, embora para ele eu fosse o tio Augusto, em um bem-querer que nem a distância imposta pelas circunstâncias da vida conseguiu minar. Durante muitos anos seus pais, ele e os irmãos moraram na casa dos meus pais, tão deles quanto dos demais filhos e netos do doutor Odmar e dona Tereza, em uma convivência às vezes conflitiva, permeada por ciúmes recônditos, logo sepultados por um amor represado, quando a fraternal solidariedade se impunha. Nada tão distinto da maioria das grandes famílias, cuja multiplicidade de idiossincrasias enseja sentimentos ambivalentes e alimenta conflitos latentes e mágoas insepultas, que só o tempo dilui, ou pelo menos acaba por torná-las menores, secundárias, irrelevantes, a partir da maturidade ou da própria relação custo x benefício.
Por temperamento, Baratinha se sobrepunha a qualquer cizânia. Revelava-se, sempre, aquela pessoa capaz de fazer troça até da própria adversidade. Como é próprio das pessoas que sabem sorrir bondade, semear perdão, repartir ternuras e dar espaço às emoções. E que por isso jamais passam por nossa vida em branco.
Alcançado por um telefone de Nilda Barata, sua dedicada e incansável irmã, recebi a notícia da morte de Odmar, o nosso Baratinha, com sentimentos ambivalentes. De alívio, por vê-lo livre de uma doença cruel, que acaba por determinar a morte em vida. E de pesar, pelo que a esclerose múltipla o impediu de usufruir e oferecer em uma vida tão prematura e brutalmente interrompida. Além da saudade irremediável, corolário da finitude da vida.
No silêncio de lágrimas saudosas, resta como alento a lição do poeta: “(...) mas as coisas findas, muito mais que lindas, estas ficarão”.

Descanse em paz, Odmar, o querido e amado Baratinha.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

JATENE – A didática da truculência


PROFESSORES – Por unanimidade, pleno do TJ do Pará determina, enfim, que Simão Jatene pague o piso salarial

Simão Jatene: recalcitrância em pagar o piso salarial sepultada pelo TJ.

Por unanimidade, o pleno do Tribunal de Justiça do Pará determinou, enfim, que o governo Simão Jatene proceda o imediato pagamento do piso salarial nacional aos profissionais do magistério público da educação básica. A decisão ocorreu em sessão realizada nesta quarta-feira, 24, contemplando mandado de segurança impetrado pelo Sintepp, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará, que teve como relatora a desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães.

A notícia está no portal do TJ Pará e acrescenta que, de acordo com a decisão, o piso salarial a ser pago corresponde ao valor atualizado pelo Ministério da Educação para 2016, de R$ 2.135,64. O pagamento deverá ser calculado, proporcionalmente, com a jornada de trabalho exercida e os efeitos patrimoniais incidirem a partir da data em que foi impetrado o mandado de segurança.

IMPEACHMENT – A falácia esfarinhada


MURAL – Queixas & Denúncias


TCE – Palácio das sinecuras, tribunal inova e agora tem até subsecretário de representação que sequer existe

Reinaldo dos Santos Valino (terceiro, da esq. para dir.): nomeado para...
...representação inexistente por Luiz Cunha, atual presidente do TCE.

A ser procedente a denúncia, o TCE, o Tribunal de Contas do Estado do Pará, também conhecido como Palácio das Sinecuras, inovou em matéria de estripulias. Além de abrigar assassino impune, como Hamilton Gualberto, assistente com contas rejeitadas, tal qual Jacob Orengel, e assessores fantasmas, alguns com ilustres sobrenomes, como Guy Bechimol Veloso, o TCE agora inovou, em matéria de lambança. Segundo denúncia feita ao Blog do Barata, o tribunal mantém como subsecretário de representação, lotado na assessoria técnica, com um salário mensal de R$ R$ 25.231,74, o servidor de nível médio Reinaldo dos Santos Valino. Até aí não haveria nada de errado, não coubesse a Reinaldo dos Santos Valino a função de subsecretário da representação de Breves, que simplesmente inexiste, de acordo com a denúncia.

“A representação de Breves não foi criada e só existe na cabeça do presidente Luiz Cunha”, dispara uma fonte do próprio TCE, protegida pelo anonimato para driblar retaliações. Mais isso não é tudo. “Lotado na assessoria técnica, esse servidor nunca colocou os pés na cidade de Breves”, acrescenta a mesma fonte, de acordo com a qual a criação de representações, como as de Santarém e Marabá, servem como “cabides de empregos”, pois “não fazem nada, além do serviço de correios”. “Mas essas representações pelo menos existem legalmente, mas a de Breves, para a qual foi nomeado Reinaldo dos Santos Valino, não existe, nunca existiu”, enfatiza a denúncia. A fonte da denúncia sublinha que a nomeação de Reinaldo dos Santos Valino beneficia apenas o destinatário da mamata, que salta de um salário-base de R$ 7 mil, de servidor médio, para os R$ R$ 25.231,74 que embolsa mensalmente.

TCE – Auxílio moradia também para auditores



Quando se imagina esgotado o seu arsenal de afrontas ao decoro e à moralidade pública, eis que o TCE volta a surpreender.

Fonte do tribunal revela que aos ilustres e probos conselheiros, juntaram-se os auditores na privilegiada categoria dos beneficiários do auxílio moradia, em uma farra naturalmente bancada por todos nós, pobres contribuintes.

MPE – Em nota oficial, Sisemppa repudia portarias que ignoram servidores e beneficiam apenas diretores

Marcos Antônio Neves, o Napoleão de Hospício: sob críticas cáusticas. 

Em nota oficial, o Sisemppa, o Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Estado do Pará, manifestou, em tom ácido e contundente, seu repúdio, diante das portarias 5241/2016 e 5242/2016, que supostamente “fortalecem a meritocracia nas promoções na carreira dos servidores”, de acordo com a versão oficial. A nota faz duras críticas à postura autocrática do procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves, por privilegiar as pretensões dos diretores de departamento, ocupantes de cargos de confiança, em detrimento do conjunto dos servidores. “Avança o desrespeito aos direitos dos servidores do MPPA e o desmonte dos serviços públicos”, acentua a nota oficial do Sisemppa, que denuncia o “autoritarismo, visão privatista e desrespeito às leis” de Neves, também conhecido como Napoleão de Hospício, por seu mandonismo.

Reivindicando um PCCR, Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração, a ser discutido com o conjunto dos servidores, o sindicato salienta que o procurador-geral de Justiça preocupa-se, apenas, em “atender reivindicações dos diretores, servidores de confiança do gestor, nomeados por este para exercerem suas funções conforme determinação política e administrativa superior”, que “salários completamente distintos da ampla maioria dos servidores” do MPE. “Por conta da gratificação de função de diretor de departamento, recebem R$ 10.396,11 a mais, o que eleva seus rendimentos brutos mensais para valores entre R$ 19 mil e R$ 28 mil, conforme dados disponibilizados no portal da transparência do MPPA, referente a maio/2016. Fica evidente, portanto, que seus salários estão muito mais próximos aos altos valores pagos a procuradores e promotores de Justiça do que à remuneração recebida pelos demais servidores”, acrescenta a nota oficial, amplamente veiculada nas redes sociais.

MPE – O protesto do sindicato

Em seguida, a transcrição, na íntegra, da nota oficial do Sisemppa, o Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Estado do Pará:

Avança o desrespeito aos direitos dos servidores do MPPA e o desmonte dos serviços públicos
No final da tarde da última sexta-feira foi publicado no portal eletrônico oficial do Ministério Público do Estado do Pará – MPPA notícia da assinatura de duas portarias que trazem em suas linhas as marcas da gestão Marcos Neves à frente do MP paraense: autoritarismo, visão privatista e desrespeito às leis.

Como a própria matéria expõe, “as portarias fortalecem a meritocracia nas promoções na carreira dos servidores. Estamos atendendo a mais uma demanda dos diretores de departamento”. Ou seja, o objetivo não é atender as demandas dos servidores pela criação de um plano de cargos e salários justo e incentivador da carreira, mas sim atender reivindicações dos diretores, servidores de confiança do gestor, nomeados por este para exercerem suas funções conforme determinação política e administrativa superior. E que gozam de salários completamente distintos da ampla maioria dos servidores do MPPA.

Por conta da gratificação de função de diretor de departamento, recebem R$ 10.396,11 a mais, o que eleva seus rendimentos brutos mensais para valores entre R$ 19 mil e R$ 28 mil, conforme dados disponibilizados no portal da transparência do MPPA, referente a maio/2016. Fica evidente, portanto, que seus salários estão muito mais próximos aos altos valores pagos a procuradores e promotores de Justiça do que à remuneração recebida pelos demais servidores.

Mas o atual gestor não deveria jogar para as costas dos diretores que compõem sua equipe de trabalho o ônus dessa medida, que desagrada a maioria. Certamente o conteúdo das duas portarias foi debatido em um grupo bem menor, composto pelo próprio gestor, seus dois assessores mais próximos (que não são servidores de carreira do MPPA) e outros dois diretores, apenas. Sequer o subprocurador-geral de Justiça da área técnico-administrativa teria sido chamado para debater o tema, que, aliás, seria uma das atribuições da função que ocupa, demonstrando a centralização de poder e o autoritarismo reinante no MPPA.

Entretanto, como todo déspota, cujo governo enfrente forte processo de descrédito, se faz necessário atribuir medidas impopulares a terceiros para, como diz o ditado popular, “tentar limpar sua barra”. Mas, ao agir dessa forma, carente de bravura ou coragem, não percebe que leva junto consigo toda sua equipe mais próxima para a mesma zona árida onde adormece Joaquim Silvério dos Reis. Ou talvez perceba, e na verdade são seus subordinados que ainda não se deram conta do papel que estão cumprindo, presos e movidos por cordéis manipulados.

O Regime Jurídico Único – RJU dos servidores públicos estaduais (Lei 5.810/1994), no parágrafo único do artigo 37, assegura “a plena participação das entidades de classe dos servidores” no processo de avaliação de desempenho, com vistas à concessão de promoção por merecimento. Mas com a atual gestão do MPPA a participação democrática dos servidores é nula. Sequer é garantida no debate de ideias, quanto mais no processo de avaliação.

No afã de subjugar os servidores críticos ao seu modelo de gestão, o atual procurador-geral de Justiça não mede esforços para tentar dividir e enfraquecer os servidores e seu sindicato. E para isso, segue “interpretando” a lei conforme sua conveniência e visão privatista e empresarial, o que lhe permitiu nomear o sócio em uma de suas empresas para a função de principal assessor jurídico e político, desrespeitando até seus pares ao passar por cima de resoluções do Colégio de Procuradores de Justiça – CPJ e de comissões criadas no âmbito do próprio CPJ para analisar questões relativas ao plano de carreira dos servidores efetivos.

A gestão Marcos Neves se encerra em março/2017. No final do ano haverá eleição para lista tríplice a ser enviada ao governador do estado. E tramita no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição nº 147/2015, a “PEC do Voto”, que permitirá aos servidores do Ministério Público exercer seu direito democrático de participar da escolha dos futuros gestores. Ou seja: as peças estão na mesa (e tem muita articulação sendo feita nos bastidores).

É hora dos servidores saírem à luta para evitar a perda de direitos e avançar na democratização do MPPA.

Abaixo as portarias 5241/2016 e 5242/2016.
Abaixo a portaria 7979/2014.
Progressão funcional, Já! Sem a retirada de direitos!
Pagamento das promoções atrasadas e valores retroativos.
Em defesa da democracia no MPPA.
Pela garantia dos direitos dos servidores públicos.
Abaixo o PLP 257/2016 e a PEC 241/2016.

Não ao sucateamento e privatização do Ministério Público

SUSIPE – Jatene insiste em ignorar decisão judicial e mantém farra de temporários, denuncia a Asconpa

Jatene: farra de temporários, em período eleitoral, descumprindo...
...determinação judicial, segundo José Emílio Almeida, da Asconpa.

Cinco anos após ter sido ajuizada pelo MPE, o Ministério Público do Estado, ação civil pública cobrando a realização de concurso público na Susipe, a Superintendência do Sistema Penal do Estado, para os cargos de agente prisional e procurador autárquico, e três anos após ter sido julgada procedente pelo Juízado da 3ª Vara da Fazenda da Capital, o governo do Pará não apenas não cumpriu a determinação, como ainda decidiu realizar novo processo de contratação de temporários para o órgão. A denúncia é do presidente da Asconpa, José Emílio Almeida, de acordo com o qual existem 1.566 vagas de agente prisional no Sistema Penitenciário do Pará, criadas pela lei estadual 6.688/2004, que nunca foram ocupadas por servidores concursados, como determina a Constituição Federal. Em contato com o Blog do Barata, Almeida revelou que nesta próxima quinta-feira, 25, deverá comunicar formalmente o MPE sobre o descumprimento da decisão judicial pelo governo estadual. Nesta quarta-feira, 24, acrescentou, ele esteve no MPF, o Ministério Público Federal, para denunciar o governador Simão Jatene por crime eleitoral.

“Na Susipe, todos os cargos de agente prisional são ocupado por funcionários temporários, cujos contratos são renovados a cada dois anos, quando os seus ocupantes são apenas substituídos, por outros contratados, que já estiveram no órgão na mesma condição trabalhista, apenas esperando o fechamento do prazo legal de seis meses fora do órgão, que para que fossem novamente chamados para trabalhar, situação anômala que causa sérios danos à administração pública estadual, mais especialmente do Sistema Penal”, salienta o presidente da Asconpa.O governador Simão Jatene demonstra claramente que não tem o menor respeito pelas decisões do Judiciário e, ainda, sem o menor receio de ser penalizado pelos seus atos, pratica livre e abertamente atos de improbidade na administração pública estadual”, acrescenta Almeida. “A Susipe é um cabide de empregos para contratação de funcionários indicados por políticos aliados ao governador do PSDB e essa imoralidade na administração pública precisa acabar", acrescenta.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

IMPEACHMENT - Desapega, querida!


ELEIÇÕES – Em Ananindeua, Paraná Pesquisas aponta empate técnico entre Manoel Pioneiro e Jefferson Lima

Manoel Pioneiro: empate técnico, com pequena vantagem numérica,...
...na disputa com Jefferson Lima, polariza as eleições em Ananindeua.

Sondagem eleitoral da Paraná Pesquisas, encomendada pela TV Record e cuja margem de erro é de 4%, aponta um empate técnico entre o prefeito Manoel Pioneiro (PSDB) e Jefferson Lima (PMDB) na disputa pela Prefeitura de Ananindeua. Pela pesquisa, realizada de 13 a 17 de agosto e na qual foram ouvidos 660 eleitores, Manoel Pioneiro ostenta minguada vantagem numérica, com 32,3% das intenções de voto, contra 29,5% de Jefferson Lima. Eles são seguidos pelo deputado estadual Coronel Neil (PSD), com 17%; Beto Andrade (PSOL), com 3%; e Jorge Farias (PC do B), com 1,2%. Não sabem em quem votar, 7,1%; e e não votam em nenhum dos candidatos, 9,8%.

Na pesquisa espontânea, na qual 68,6% não sabem em quem votar, enquanto 6,5% não votam em nenhum dos candidatos, Manoel Pioneiro tem 14,1% das intenções de voto, seguindo-se Jefferson Lima, com 6,5%; Coronel Neil, com 2,9%; e Beto Andrade, com 0,6%. Os demais nomes citados correspondem a 0,8%.

ELEIÇÕES – Cenários do 2º turno

Em um provável segundo turno, perdura o empate técnico, embora Jefferson Lima reverta a vantagem numérica e exiba 42% das intenções de voto, contra 39,5% de Manoel Pioneiro.
Cotejando a atual pesquisa com a sondagem realizada em junho, Jefferson Lima decaiu de 47% para 42% das intenções de voto e Manoel Pioneiro cresceu de 33,9% para 39,5%.

JEFFERSON X NEIL – Em outro cenário, no segundo turno, Jefferson Lima tem 42,1% das intenções de voto, contra 34,4% do Coronel Neil. Não sabem em quem votar, 8,8% e 14,7 não votam em nenhum dos candidatos.


PIONEIRO X NEIL – Em mais um cenário, no segundo turno, Manoel Pioneiro tem 45,6% das intenções de voto, contra 35,5% do Coronel Neil. Não sabem em quem votar 7% e 12% não votam em nenhum dos candidatos.

ELEIÇÕES – Polarização também na rejeição

A sondagem da Paraná Pesquisas egistra também uma polarização entre Manoel Pioneiro e Jefferson Lima em matéria de rejeição.

O percentual de rejeição de Manoel Pioneiro é de 34,2%, seguindo-se Jefferson Lima, com 31,4%; Jorge Farias, com 15,5%; Beto Andrade, com 15%; e Coronel Neil, com 13,8%.

ELEIÇÕES – O ranking do favoritismo

Independentemente da escolha pessoal, na percepção de 43,2% do eleitorado Manoel Pioneiro deverá vencer a disputa, enquanto 28,6% acreditam na vitória de Jefferson Lima.

Para 13%, a vitória será do Coronel Neil e 0,9% acreditam no triunfo de Beto Andrade e 0,8% apostam em Jorge Farias.

ELEIÇÕES – 53,3% desaprovam Pioneiro

Embora ele desponte como o favorito à vitória, na percepção de 43,2% do eleitorado, chega a 53,5% o percentual de desaprovação a administração do prefeito Manoel Pioneiro, aprovada por 42,7%. Não sabem ou não opinaram, 3,8%.

No cotejo com avaliações anteriores, a desaprovação a Pioneiro foi de 56,8%, em novembro de 2015, para 60,8%, em junho de 2016, até os atuais 53,3%. O percentual de aprovação variou de 39,6%, em novembro de 2015, para 36,7%, em junho de 2016, até os atuais 42,7%.

ELEIÇÕES – Segurança e violência, as preocupações

Segundo ainda a sondagem da Paraná Pesquisas, para 38,3% do eleitorado, segurança pública e violência são os maiores problemas de Ananindeua, seguindo-se saúde, para 23,2%; saneamento básico e esgoto, para 16,5%; falta de pavimentação e asfalto, para 4,1%; educação e escolas, para 3,3%.

No elenco dos maiores problemas de Ananindeua ainda figuram desemprego, para 2,4%; limpeza pública, para 2%; drogas, para 1,7%; infraestrutura, para 1,2%; e área social, para 1,1%. Outras citações correspondem a 4,8%.

ELEIÇÕES – Jatene é reprovado por 61,2%

Simão Jatene, cujo governo é reprovado por 61,2% em Ananindeua.

A sondagem do Instituto Paraná revela também que alcança 61,2% a desaprovação da administração do governador Simão Jatene (PSDB), cujo percentual de aprovação é de 33,5%. Não sabem ou não opinaram, 5,3%.

No cotejo com a pesquisa realizada em junho passado, o percentual de desaprovação de Jatene variou de 66,8 para os atuais 61,2%. A aprovação passou de 29,8% para os atuais 33,5%. O percentual dos que não sabem ou não opinaram variou de 3,3% para 5,3%.

PEDOFILIA – Denuncie!


BRASIL – Pódio da pobreza


MURAL – Queixas & Denúncias


SEDUC – Acusado de assediar aluna de 12 anos, diretor de escola defende retaliação contra sua suposta vítima

Brasileno Braga Modesto: retaliação contra
aluna de 12 anos que o acusou de assédio. 

Acusado de assediar uma aluna de 12 anos, o diretor da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Profª Raimunda Sena da Silva, em Curuçá, Brasileno Braga Modesto, optou por valer-se da truculência, para sepultar o escândalo. Segundo relato feito em off ao Blog do Barata, ele simplesmente optou por transferir de escola a sua suposta vítima, por cuja mãe foi posto sob suspeita de pedofilia. A determinação em transferir a aluna, a qual supostamente assediou, foi inclusive antecipada por Brasileno Braga Modesto ao promotor de Justiça Ney Tapajós Ferreira Franco, em documento protocolado em 14 de fevereiro de 2014, no qual o diretor da escola tenta desqualificar a denúncia, atribuindo a uma fantasia da aluna I. S. a acusação feita pela mãe da menor, com base em relatos da filha. Em outro documento, este de 3 de abril de 2014, ele anexa garatujas desenhadas na lista de presença, que atribui à sua suposta vítima, para concluir que, na verdade, a garota nutriria uma "paixão obsessiva" por ele, na visível tentativa de desqualificar a denúncia. De acordo com o relato feito ao Blog do Barata, não há registro de apuração da denúncia, seja pelo Conselho Tutelar de Curuçá, seja pela Seduc, a Secretaria de Estado de Educação, seja pelo próprio Ministério Público Estadual.

No documento enviado ao promotor de Justiça Ney Tapajós Ferreira Franco, na época lotado na comarca de Curuçá, Brasileno Braga Modesto atribui a um mal-entendido o comportamento a ele atribuído em relação à aluna, que, de acordo com a denúncia feita, incluiu desde galanteios, como a ela referir-se como “morena bonita”, até acariciar a mão da aluna gratuitamente. A denúncia feita ao Conselho Tutelar, segundo admite o próprio diretor da Escola Profª Raimunda Sena da Silva, em Curuçá, é por ele descrita como “um fato maldoso contra a minha pessoa”. Tratar como “morena bonita” a aluna é justificada por Brasileno Braga Modesto sob o argumento de que não saberia o nome da garota, que certamente figurava na caderneta escolar. “No início do ano letivo de 2013, chamei uma única vez a aluna de ‘morena bonita’, pois ela estava recém chegada à escola e eu ainda não sabia seu nome, e afirmo que o tratamento foi dado pelo simples fato de gostar de tratar bem a todos/todas meus alunos/alunas, mas por nenhum momento tive segundas intenções”, defende-se. Sobre, em outra ocasião, ter acariciado a mãe da aluna, o diretor da escola afirma, em sua versão, que o gesto teria sido um acidente, “isento de qualquer intenção maldosa”. “Noutra ocasião, na temporada de verão, de setembro a novembro, quando o vento na área externa da escola é-muito forte e adentra as salas de aula, a aluna foi entregar um trabalho para mim, soprou um vento muito forte na sala e no momento em que ergui a mão para pegar nos papéis, rapidamente, para não voarem, minha mão tocou na mão dela, mesmo sem querer, isento de qualquer intenção maldosa”, justifica-se.

SEDUC – Tentativa de desqualificar a denúncia

Garatujas desenhadas na lista de presença, a partir das quais Brasileno tenta fazer...
...crer que a menor que o acusa de assédio nutriria por ele uma "paixão obsessiva".

SEDUC – A vingança contra a suposta vítima

No documento que protocolou, endereçado ao promotor de Justiça Ney Tapajós Ferreira Franco, Brasileno Braga Modesto não manifesta qualquer preocupação em apurar os fatos, tomando como bastante, para tanto, a versão por ele oferecida. E, sem qualquer concessão ao decoro, pretende ter o endosso do Ministério Público Estadual para retaliar sua suposta vítima, transferindo-a de escola, a pretexto de que a permanência da garota na Escola Profª Raimunda Sena da Silva tende “a prolongar ou mesmo piorar” a celeuma deflagrada com a denúncia de assédio à menor. “Ainda solicito autorização ampara em documento, para que eu possa expedir a transferência da aluna, pois esse problema tende a se prolongar ou mesmo piorar com a presença dela na escola”, sublinha.

No mesmo documento, Brasileno Braga Modesto critica acidamente o Conselho Tutelar de Curuçá, por ele etiquetado de “irresponsável” por acatar “uma denúncia totalmente insensata, sem ouvir todas as partes”. No mesmo documento, o diretor da Escola Profª Raimunda Sena da Silva, em Curuçá, sublinha que “em nenhum  momento tive ou terei qualquer intenção maldosa com alunos/alunas menores ou maiores de idade, pois não me prevaleço da posição que ocupo para prejudicar quem quer que seja”.

SEDUC – A versão do suspeito

Abaixo, a reprodução do documento endereçado por Brasileno Braga Modesto ao promotor de Justiça Ney Tapajós Ferreira Franco, no qual o diretor da Escola Profª Raimunda Sena da Silva oferece sua versão sobre a acusação de supostamente ter assediado a uma aluna de 12 anos, antecipando a intenção de penalizá-la, independentemente de qualquer apuração formal:




SEDUC – Os antecedentes de Brasileno

Professor Alexandre Dias, também vítima
da leviandade de Brasileno Braga Modesto.
Por seus antecedentes, o diretor da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Profª Raimunda Sena da Silva, em Curuçá, Brasileno Braga Modesto, agora no epicentro de uma denúncia de assédio a uma aluna de 12 anos, pode ser descrito como um personagem controverso. É dele a autoria de um gracioso relatório, que inclui até imputações caluniosas, contra o professor Alexandre da Silva Dias, alvo de uma implacável perseguição, e que responde inclusive a um caricato PAD, Processo Administrativo Disciplinar, depois que denunciou desvio de recursos federais destinados à educação e saúde em Curuçá. A denúncia envolve a administração da prefeita de Curuçá, Nadege do Rosário Passinho Ferreira, do PSDB, a legenda do governador Simão Jatene, ao qual é notoriamente submisso o procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves, o folclórico Napoleão de Hospício, o que certamente explica a passividade do Ministério Público Estadual. Além de ter sua defesa cerceada, ao ter negado o acesso ao livro de ocorrência da escola, por exemplo, o professor Alexandre da Silva Dias teve a sua casa saqueada, com o inusitado roubo de 23 cadernetas escolares, passou a ter notas deletadas do sistema da Seduc e a receber faltas indevidas.

Desqualificar levianamente seus eventuais antagonistas, valendo-se de argumentos pueris e exibindo a profundidade intelectual de um livro de autoajuda, é, aparentemente, uma prática recorrente em se tratando de Brasileno Braga Modesto, diretor da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Profª Raimunda Sena da Silva, em Curuçá. Assim como faz com a aluna I. S., de 12 anos, a qual supostamente assediou, ele não poupou da sua leviandade o professor Alexandre da Silva Dias, contra o qual disparou um relatório ignominioso, carente de provas e repleto de diatribes. No relatório, Brasileno Braga Modesto, sem dispor de qualificação para tanto e desprovido de qualquer amparo factual capaz de sustentar sua ilação, chega a imputar ao professor Alexandre da Silva Dias pretenso “distúrbio mental” e pretender tipificá-lo como “psicopata”. Em ambos os casos, não há registro de nenhuma apuração, por parte da Seduc, para coibir as ilações caluniosas do diretor da Escola Profª Raimunda Sena da Silva.

SEDUC – Sabino, o comparsa de ignomínia

Evanildo Sabino, o diretor suspeito de falcatruas, cuja truculência...
...é estimulada pelo silêncio de Ana Cláudia Hage, titular da Seduc.

No caso do professor Alexandre da Silva Dias, que leciona sociologia, o mutirão da ignomínia comandado por Brasileno Braga Modesto, diretor da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Profª Raimunda Sena da Silva, em Curuçá, teve um reforço de peso. Trata-se de Evanildo Sabino Borges Rodrigues, diretor da Escola Olinda veras Alves, também de Curuçá. Na ânsia de penalizar Alexandre da Silva Dias, ele permitiu que fossem atribuídas faltas em turmas para as quais o professor retaliado sequer lecionava e em dias nos quais sequer trabalhava. Além disso, ao ser questionado sobre o porquê de reduzir de 170 horas para 100 horas a carga horária de Alexandre, destinando as horas subtraídas a uma pedagoga, sem qualificação para lecionar sociologia, Sabino mandou os escrúpulos às favas e xingou o professor de “louco”, entre outras diatribes disparadas nas redes sociais. Posteriormente, com a desfaçatez arrogante de quem aposta na impunidade, o diretor atrabiliário declarou candidamente não vislumbrar nenhum agravo criminoso no insulto calunioso que vociferou.

Em se tratando de Evanildo Sabino Borges Rodrigues, o diretor da Escola Olinda Veras Alves, também de Curuçá, nada surpreende – sequer a passividade da atual administração da Seduc e, em especial, da secretária estadual de Educação, Ana Cláudia Hage. Na esteira das falcatruas denunciadas pelo professor Alexandre da Silva Dias, ele foi intimado pelo Ministério Público Federal a devolver ao erário R$ 5.100,00, em valor a ser atualizado. Para justificar despesas fictícias, o diretor da escola valeu-se de notas fiscais de uma empresa, Alfa Comércio e Serviços, cujo CNPJ pertencia a um eletricista e o endereço era inexistente. As nota fiscais foram emitida pela Prefeitura de Curuçá, cuja prefeita, Nadege do Rosário Passinho Ferreira, do PSDB – legenda do governador Simão Jatene -, tem como marido e tutor político o ex-prefeito Josué da Silva Neves, cujo nome é associado a recorrentes denúncias de corrupção e do qual é enfat gaté Evanildo Sabino Borges Rodrigues. Neves, diga-se, é secretário municipal de Integração da Curuçá e eminência parda da prefeita Nadege do Rosário Passinho Ferreira, da qual se diz jocosamente exercer o papel da rainha da Inglaterra, que reina, mas não governa.

SEDUC – Afinidade previsível



Nadege, a prefeita de Curuçá, e o marido e tutor político, Josué Neves,
do qual é enfant gaté Sabino, diretor de escola suspeito de falcatruas.

Considerando os antecedentes de ambos, é previsível a afinidade entre Evanildo Sabino Borges Rodrigues, diretor da Escola Olinda Veras Alves, e Josué da Silva Neves, ex-prefeito de Curuçá e do qual é mulher e preposta a atual prefeita, Nadege Rosário Passinho Ferreira. Como Neves, formalmente secretário municipal de Integração de Curuçá, Sabino não ostenta antecedentes recomendáveis, em matéria de probidade.
Segundo fontes de Curuçá, Evanildo Sabino Borges Rodrigues responde a uma série de ações judiciais, todas relacionadas a improbidade administrativa. De acordo com essas fontes, ele é acusado de: Tribunal de Contas dos Municípios (processo nº294242007-00) - Condenado à devolver R$ 1,4 milhão aos cofres do município por 12 irregularidades cometidas em relação ao Fundeb, o Fundo Nacional de Educação Básica; Justiça Federal (processo nº 0008277-62.2009.4.01.3900) – Condenado em 1º instância por improbidade administrativa; Tribunal de Justiça do Estado do Pará - Comarca de  Curuçá (processo nº 0001462-12.2016.8.14.0019, em tramitação e no qual é acusado de dano ao erário e improbidade administrativa; Ministério Público do Estado do Pará, SIMP 000203-151/2015 – improbidade administrativa e dano ao erário; inquérito civil – Ministério Público Federal, 1.23.000.002.866/2014-17, sob suspeita de improbidade administrativa. Atualmente na PFDC aguardando retorno.


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

JUSTIÇA – Trottoir togado


MURAL – Queixas & Denúncias


ELEIÇÔES – Segundo Paraná Pesquisas, Edmilson lidera disputa com 36,1%, contra 24,9% de Éder Mauro

Edmilson Rodrigues, do PSOL: disputa polarizada com Éder Mauro, do PSD.

De acordo com sondagem eleitoral do instituto Paraná Pesquisas, encomendada pela TV Record Pará, o deputado federal Edmilson Rodrigues (PSOL) lidera a disputa pela Prefeitura de Belém, com 36,1% das intenções de voto, contra 24,9% do também deputado federal Éder Mauro. A eles se seguem o prefeito Zenaldo Coutinho (PSDB), com 4,5%; Carlos Maneschy (PMDB), com 1,3%; Úrsula Vidal (Solidariedade), com 0,7%; Regina Barata (PT), com 0,6%. Os demais nomes citados representam 0,6%. A pesquisa foi realizada de 11 a 15 de agosto e nela foram ouvidos 710 eleitores, exibindo um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de 4%,

Na pesquisa espontânea, 65% dos entrevistados não sabem em quem votar e 6,9% não pretendem votar em ninguém. Edmilson Rodrigues tem 11,8% das intenções de voto; Éder Mauro, 7,7%; Zenaldo Coutinho, 4,5%; Carlos Maneschy, 1,3%; Úrsula Vidal, 0,7%; Regina Barata, 0,6%; e 0,6% correspondem aos demais citados.

ELEIÇÕES – Vantagem também no 2º turno

De acordo com a sondagem do Paraná Pesquisas, encomendada pela TV Record Pará, na eventualidade de um segundo turno Edmilson também lidera a disputa, com 44,9% dos votos, contra 36,6% de Éder Mauro. Não sabem em quem votar 8,2% e não votariam em nenhum dos dois 10,3%.
Em comparação com a pesquisa realizada em junho, Edmilson Rodrigues cresceu de 37,9% das intenções de voto para os atuais 44,9%, e Éder Mauro caiu de 43,1% para os atuais 36,6%. No cotejo entre as duas pesquisas, em junho 7,6% não sabiam em quem votar, percentual que cresceu para 8,2% e o percentual dos que não votam em nenhum dos dois decresceu de 11,4% para 10,3%.

Na eventualidade de um segundo turno com Zenaldo Coutinho, Edmilson Rodrigues tem 55,4% dos votos, contra 22,3%. Nesse cenário, 8,7% não sabem em quem votar e 13,7% não votam em nenhum dos dois. Em relação à pesquisa anterior, Edmilson cresceu de 52,5% para 55,4% das intenções de voto e Zenaldo passou de 21,3% para 22, 3%. O percentual dos que não sabem em quem votar cresceu de 7,5%, em junho, para 8,7%, em agosto. O percentual dos que não votam em nenhum dos dois candidatos decaiu de 18,7% para 13,7%.

ELEIÇÕES – Zenaldo, o campeão de rejeição

Zenaldo Coutinho: rejeitado por 42,4% do eleitorado, segundo pesquisa.

Segundo ainda a sondagem do Paraná Pesquisas, 42,4% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum no prefeito Zenaldo Coutinho, o campeão de rejeição. Ele é seguido, em rejeição, por Edmilson Rodrigues, com 19,6% e Éder Mauro, com 16,2%.
Em termos de rejeição, seguem-se Regina Barata, com 10,3%; Cleber Rabelo (PSTU), com 7,6%; Carlos Maneschy, com 6,6%; Úrsula Vidal, com 6,5%; Luiz Menezes (PCB), com 5,4%; Lélio Costa (PC do B), com 5,2%; e Ivanildo Gomes (PRTB), com 3,1%.

Não sabem, 16,9% dos entrevistados e 6,1% poderiam votar em todos.