Prosperam com vigor, nos bastidores da publicidade paraense, as suspeitas de que esteja ardendo, incontrolável, a fogueira de ambições e vaidades entre os principais acionistas do grupo Y.Yamada, o maior do mercado varejista da Amazônia e o principal empregador privado do Pará. As especulações, previsivelmente sussuradas em off, convergem para a versão de que Fernando Teruó Yamada, vice-presidente e diretor Administrativo-Financeiro do grupo, teria consolidado definitivamente sua condição de principal executivo da empresa, sem a sombra que vislumbraria no tio, Hiroshi Yamada, diretor Comercial.
Fernando integra a terceira geração dos Yamadas encarregada de tocar os negócios da família. Na versão oficial, seu pai, Junichiro, um dos cinco filhos do patriarca Yoshio, falecido em 1973, ainda ocupa a presidência do grupo e exerce, informalmente, as funções de ombudsman da empresa. Depois de Junichiro e do próprio Fernando, Hiroshi, também filho do patriarca Yoshio, seria o terceiro maior acionista, sucedido por Neuza e Célia, igualmente filhas de Junichiro e irmãs de Fernando. Com o apoio das irmãs, Neuza e Célia, Fernando teria sepultado a circunstancial dualidade de poder diante das atribuições originais de Hiroshi.
Fernando integra a terceira geração dos Yamadas encarregada de tocar os negócios da família. Na versão oficial, seu pai, Junichiro, um dos cinco filhos do patriarca Yoshio, falecido em 1973, ainda ocupa a presidência do grupo e exerce, informalmente, as funções de ombudsman da empresa. Depois de Junichiro e do próprio Fernando, Hiroshi, também filho do patriarca Yoshio, seria o terceiro maior acionista, sucedido por Neuza e Célia, igualmente filhas de Junichiro e irmãs de Fernando. Com o apoio das irmãs, Neuza e Célia, Fernando teria sepultado a circunstancial dualidade de poder diante das atribuições originais de Hiroshi.