segunda-feira, 23 de outubro de 2017

TOMA-LÁ-DÁ-CÁ – Argumento demolidor


4 comentários :

João Luiz Pereira Tavares disse...


a massa adora Lula ou PT.
O povo adoooora o barango:
O Brega vs. o elegante. 
Alguém falou aqui no Blog:
Citação de: 
«Cultura da Esquerda» 
A educação e a cultura da esquerda
são muito superiores ao pessoal da direita.]
Pois é. Vejamos a esquerda: 

Filmes bregas tipo da petista
Anna Muylaert; Anitta abrindo Olimpíadas;
PICHAÇÃO; “tudo é arte” rsrs; funk; oba-oba; lixo de “arte contemporânea”;
Cultura de CUT = Faustão; sertanejo universitário, kuá-kuá-kuá;
Regina Brega Casé pró-pobreza;
Chico-taquara-rachada-BuarQ; educação ruim e
de 3ª categoria, defasada e retrógrada etc. etc.
Kuá kuá kuá!

Anônimo disse...

O Terror da Direita Agrária:

Encorajada por concessões feitas pelo governo Michel Temer, que vão desde o perdão de multas por desmatamento ilegal, passando pelo perdão disfarçado de refinanciamento (a perder de vista) das dívidas previdenciárias, da entrega de áreas de conservação de florestas para pecuaristas e empresas de mineração, e até uma redefinição camaradísima de trabalho escravo - o maior retrocesso desde a Princesa Isabel sancionou a Lei Áurea; fazendeiros, madeireiros, garimpeiros e outros interessados estão desmontando na marra o IBAMA e o Instituto Chico Mendes, incendiando carros, tratores, barcos, imóveis, equipamentos de comunicação, etc, por toda a amazônia.

Ninguém vê a bancada federal paraense se manifestando contra estes atentados. Devem estar com o rabo pre$o. Até o PEN (que de ecológico só tinha o nome) agora se chama "Patriota", uma menção agradável à direita, aos aloprados e aos granadeiros em verde musgo.

Anônimo disse...

Viagem ao Marajó de ontem e de hoje:

Para os que pretendem se aventurar pelas belezas naturais deste arquipélago, como o casal americano Adam e Emily Harteau, antigos agouros e preces que eram ditos aos viajantes no início do século passado continuam valendo: "Deus te livre dos piratas de Breves, das prostitutas de Curralinho e da malária do Anajás".
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No Marajó de Dalcídio, do Pe. Galo e dos dias atuais:

A população nativa pobre, há séculos desassistida pelos governos e cujas novas gerações sobrevivem com escassas perspectivas de desenvolvimento humano e social, continua a mercê da desventura dos caminhos da prostituição, da pirataria, do extrativismo predatório, do abigeato, do tráfico de drogas, etc. Em meio a tantos lamentos e demandas insolúveis, noto que a saída de alguns bispos engajados na luta em defesa dos mais fracos (que se diga até o limite da rebeldia aos superiores) por outros mais "alinhados com a nova hierarquia conservadora" pode representar um grande desfalque. A conferir.

Anônimo disse...

A Reforma da Previdência: um prolongamento do insustentável.

O governo Michel Temer (PMDB) fechou questão em cima do que chama de "os privilégios previdenciários dos servidores públicos", que na teoria representaria a isonomia (?) do teto dos proventos em relação ao Regime Geral da Previdência Social. A proposta tem um apelo emocional que costuma agradar muita gente que acha que a felicidade mora - mas deve ser despejada - da casa dos servidores públicos; gente que não vai parar para pensar que os problemas principais não vão ser resolvidos: nem os da previdência, nem os seus.

No bloco dos privilegiados estão senadores, deputados, vereadores, juízes, desembargadores, procuradores, conselheiros, etc, que - ou já possuem um instituto previdenciário próprio, ou serão resgatados da condenação de viverem com cinco mil e duzentos reais por mês depois da aposentadoria; e aí a tão anunciada economia no orçamento vai para o ralo. Os demais servidores - e eu me incluo neste segmento - serão sempre insuficientes para corresponder às demandas de serviços públicos totalmente gratuitos num país que não adotou um sistema político socialista por excelência, com o agravante de que a barganha política é sempre no sentido de isentar e/ou perdoar impostos, taxas, contribuições e multas da indústria, do comércio e do grande produtor rural, uma face que só recentemente foi esmiuçada pela grande imprensa como uma gigantesca rede de corrupção, envolvendo o caixa-2 partidário e propinas para enriquecimento pessoal. O governador Simão Jatene p.ex: concede isenção de imposto até para a compra do carrão importado da juíza; e depois reclama da "baixa arrecadação estadual".

No estado do Pará, o governo transformou a verticalização dos serviços de saúde pública no pano-de-fundo de uma política diametralmente oposta àquela que norteou a criação do SUS, ainda na Conferência Nacional de Saúde de 1986. A resolutividade da atenção básica na capital e no interior entrou em colapso há anos e os usuários percebem que é mais fácil ser operado de úlcera num belo hospital (quando conseguem) do que tratar a doença ainda no estágio de gastrite lá no seu município ou no subúrbio da capital. E o que dizer dos "interesses mercantilistas" deploráveis na carta de 86 e na constituição de 88, e que agora disfarçados sob a sigla "OSs" são considerados o "modelo de boa gestão"?