| Hugo Sanches da Silva Picanço: vítima da intolerância de Neves. |
Como
exemplo da incapacidade de Marcos
Antônio Ferreira das Neves em administrar o contraditório, é citada a despudorada
retaliação do procurador-geral a Hugo Sanches da Silva Picanço, ex-presidente
da Asmip e hoje presidente do Sisemppa. Na época presidindo a Asmip, ao tentar
apresentar ao colégio de procuradores as irregularidades contidas na proposta
de criação de criação dos 206 cargos comissionados, ele teve sua licença
classista revogada, sob o argumento de que legalmente cabia ao Sisemppa, e não
a associação, representar os servidores do Ministério Público do Estado do
Pará.
Eleito presidente do Sisemppa, o
sindicato dos servidores do MPE, Picanço teve o pedido de licença classista
indeferido, a pretexto de que se trataria de “prorrogação” da licença anterior
interrompida, o que seria vedado por lei. O parecer recomendando o
indeferimento do pedido de licença classista para Picanço foi de autoria de
André Ricardo Otoni Vieira, assessor jurídico do procurador-geral de Justiça,
cuja maior credencial, para aboletar-se no cargo, é ser amigo-de-fé-camarada do
procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves.


















