quarta-feira, 14 de maio de 2014

PARAUAPEBAS – Invasão e tensão na via S10












Área ocupada por cerca de 700 famílias em Parauapebas:
foco da atmosfera de tensão que se dissemina no município.


        Segundo denúncias feitas ao Blog do Barata, ilustradas por fotos, é tenso o clima em Parauapebas (PA). De acordo com informações do município, por pelo menos duas fontes, cerca de 700 famílias, formadas em sua maioria por crianças, mulheres e idosos, estão acampadas na região conhecida como via S10, próximo ao frigorífico Frigovan, em uma região populosa da cidade de Parauapebas.
        O que torna o clima ainda mais tenso, segundo ainda os relatos, é o boato de acordo com o qual o proprietário da área invadida estaria mobilizando uma força-tarefa para expulsar as famílias. As famílias, por seu turno, estariam se armando, com pedaços de pau, o que faz temer um derramamento de sangue.
        As denúncias acrescentam que as autoridades estão fazendo vista grossa, no caso. “O Incra de Marabá se ausentou de lá e ninguém sabe porque da ausência do órgão”, assinala uma das denúncias, acrescida da indagação: “Se um massacre acontecer, de quem será a culpa?”

BLOG – Novo recorde de acessos em 2014

        Nesta última terça-feira, 13, o Blog do Barata registrou novo recorde em matérias de acessos em 2014. De acordo com o Blogger, foram registrados 2.804 acessos nesta última terça-feira.

        As postagens mais acessadas, nesta terça-feira, foram MPPA – Basta, o contribuinte merece respeito!, de 12 de maio; MPPA – Pedido de vista suspende sessão, de 13 de maio; MPPA – A repulsa do internauta indignado, de 12 de maio; MPPA – Fórum de Lutas repudia trem da alegria, de 13 de maio; e MPPA – A moção de repúdio, na íntegra, de 13 de maio.

GIGI FURTADO – A atração desta quarta-feira


GIGI FURTADO – “Eu sou neguinha?”

Gigi Furtado: talento com formação erudita.

        Uma intérprete do mais refinado talento e sensibilidade, fazendo ecoar, para deleite da platéia, a genialidade da qual é sinônimo Caetano Veloso. Assim pode ser resumido o show “Eu sou neguinha?”, estrelado por Gigi Furtado, cantora paraense que exibe seu superlativo talento interpretando canções do filho de dona Canô, na noite desta quarta-feira, 14, a partir das 20 horas, no Teatro Waldemar Henrique.
        Algumas composições ganharão uma nova interpretação e, para tanto, Gigi Furtado conta com seus “talentosos Cavaleiros de São Jorge”, como são designados, nos bastidores, os músicos que acompanham-na. A saber: no piano, seu maestro, Lenilson Albuquerque; no baixo elétrico, Alexey Moreira; na percussão, Bila Boy; e na bateria; Tiago Belém.

SERVIÇO

Show “GIGI FURTADO – Eu sou neguinha?”

Convidados: Daniel Lima e Liège.

Data: quarta-feira, 14/05/2004.

Horário: 20 horas.

Local: Teatro Waldemar Henrique.


Ingressos: na bilheteria e pelo telefone 8174-5567 (para venda antecipada).

GIGI FURTADO – Currículo da artista

        Educadora, atriz e cantora, com formação erudita. Assim pode ser resumido o perfil da paraense Gigi Furtado, que já ministrou cursos de canto popular em algumas escolas de Belém. Dentre os quais se incluem o curso de canto popular na Academia de Música e Tecnologia, o de canto popular e musicalização pela Fundação Curro Velho, via Casa da Linguagem, e o projeto Escola Comunidade, de descentralização do curso de música, pela Fundação Carlos Gomes, por três anos.
        Como atriz, o último trabalho de Gigi Furtado foi a peça intitulada “Vai que é bom, o casamento do Pará com o Maranhão”, que percorreu parte do Pará, em 2008, de autoria de Valdo Resende (SP), no qual interpretou Cascudinho, em homenagem a Luis da Câmara Cascudo.
        Como cantora lírica, Gigi Furtado participou de Master Class, com expoentes do nível de Jô Ella Tod (EUA), Ednéia Oliveira (MG), Reginaldo Pinheiro (PA), Carol Hill (EUA), Clóvis Afonso André (GER) e Bill Ferrara (EUA), dentre outros. E participou também de diversas óperas, dentre as quais Iara & Bug Jargal (Gama Malcher), La Boheme (G. Pucinni), Madame Butterfly (G. Puccini), Dom Pasquale (G. Donizetti), La Traviatta (G. Verdi), Rigoletto (G. Verdi). Com destaque para Gianni Schicchi, de Puccini, na qual foi solista, em breve tournée pelo Pará, e Carmen, de Bizet, em que interpretou Mercedes, no Festival Internacional de Ópera da Amazônia, em 2009.

        Em matéria de premiações, Gigi Furtado foi semifinalista do 2º Concurso Internacional de Canto Lírico Bidu Sayão, terceiro lugar, em 2005, e segundo lugar em 2007 no Maracanto, concurso de canto lírico realizado no Maranhão. Ela obteve o prêmio de melhor intérprete, em 2010, e o primeiro lugar, em 2011, no festival de marchinhas carnavalescas. Em 2011 Gigi ainda obteve o terceiro lugar no Festival da Canção em Ourém (PA). Gigi também foi premiada cantora revelação de 2011, no Baile dos Artistas. E em 2012 conquistou o título de melhor intérprete do Festival da Música Brasileira da RBA.

terça-feira, 13 de maio de 2014

MPPA – Pedido de vista suspende sessão

Albuquerque: pedido de vista que suspendeu reunião.
        Um pedido de vista, do procurador de Justiça Ricardo Albuquerque, interrompeu a reunião do colégio de procuradores do MPPA, o Ministério Público do Estado do Pará, realizada nesta terça-feira, 13, destinada a apreciar a proposta de criação de 185 cargos comissionados, apresentada pelo procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves. A reunião do colégio de procuradores ficou de ser retomada na próxima segunda-feira, 19, às 14 horas. Albuquerque foi um dos procuradores que saudou efusivamente a proposta, alvo de ácidas críticas, por atropelar a lisura sugerida pela realização de concurso público, para cargos de carreira.
        A proposta de Neves foi anabolizada pelo ex-procurador-geral de Justiça Manoel Santino Nascimento Júnior, que defendeu a criação de mais 31 cargos comissionados, correspondentes a mais um assessor para cada um dos procuradores de Justiça. A iniciativa do procurador-geral de Justiça provocou a manifestante de repúdio das entidades do Fórum Estadual de Lutas, subscrita pela Asconpa, Sintsep-Pa, Sintprevs, Sintepp, Addmipa, Sindtifes, Adufpa, Sinasef, Movimento Xingu Vivo Para Sempre, Associação Nacional Unidos Pra Lutar e Coletivo Estudantil Vamos à Luta.

        A proposta, na forma de anteprojeto, aprovada, será submetida a votação pela Alepa, a Assembleia Legislativa do Pará. Depois de intimar a Alepa a revogar seu PCCR, o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, porque flagrantemente inconstitucional, o Ministério Público passou a guardar uma espécie de silêncio obsequioso sobre a tramóia, após a Assembleia Legislativa aprovar a criação de novos cargos de promotor de Justiça, também por proposta do procurador-geral, Marcos Antônio Ferreira das Neves.

MINISTÉRIO PÚBLICO – Dieta de engorda


MURAL – Queixas & Denúncias


MPPA – Fórum de Lutas repudia (CENSURADO)

Neves (à esq., com Jatene): sob repúdio do Fórum Estadual de Lutas.

        Entidades do Fórum Estadual de Lutas, reunidas na noite desta última segunda-feira, 12, no auditório do Sintprevs, o Sindicato dos Trabalhadores da Previdência Social, assinaram moção contra o anteprojeto de lei de criação de 185 novos cargos comissionados no MPPA, o Ministério Público do Estado do Pará, segundo proposta apresentada pelo procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves. A moção será protocolada ainda na manhã desta terça-feira, 13, segundo informa ao Blog do Barata José Emílio Almeida, presidente da Asconpa, a Associação dos Concursados do Pará.
        As entidades do Fórum de Lutas reivindicam a realização de concurso público e repudiam o trem da alegria proposta por Marcos Antônio Teixeira das Neves. As entidades do Fórum de Lutas entendem que “a criação dos cargos no MPE, é uma afronta a importantes princípios constitucionais, entre os quais a moralidade e a impessoalidade, uma vez que situações semelhantes tem sido objeto de denúncias de nepotismo e troca de favores, ainda mais quando ocorrem em ano eleitoral”.
        O anteprojeto será apresentado e votado na reunião do colégio de procuradores do MPPA, prevista para esta terça-feira, 13, e, aprovada, será submetida a votação pela Alepa, a Assembleia Legislativa do Pará. Depois de intimar a Alepa a revogar seu PCCR, o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, porque flagrantemente inconstitucional, o Ministério Público passou a guardar uma espécie de silêncio obsequioso sobre a tramóia, após a Assembleia Legislativa aprovar a criação de cargos comissionados, também por proposta do procurador-geral, Marcos Antônio Ferreira das Neves.

        Para o presidente da Asconpa, José Emílio Almeida, a avalancha de cargos comissionados, proposta pelo procurador-geral de Justiça, “além de imoral para a administração pública, fere os interesses da sociedade, especialmente daqueles que almejam ingressar no MPE através de concurso público”. Segundo ainda José Emílio Almeida, na assembléia geral da entidade prevista para o próximo sábado, 17, às 15 horas, no auditório do Sintesp-PA, a Asconpa decidirá sobre a possibilidade de realizar uma manifestação pública de protesto contra o trem da alegria patrocinado pelo procurador-geral de Justiça.

MPPA – A moção de repúdio, na íntegra

        Abaixo, a íntegra da moção de repúdio das entidades do Fórum Estadual de Lutas, subscrita pela Asconpa, Sintsep-Pa, Sintprevs, Sintepp, Addmipa, Sindtifes, Adufpa, Sinasef, Movimento Xingu Vivo Para Sempre, Associação Nacional Unidos Pra Lutar e Coletivo Estudantil Vamos à Luta:


        "Considerando a informação veiculada na imprensa de que no dia 13/05/2014, em Sessão Extraordinária do Colégio de Procuradores do Ministério Público do Estado do Pará, estará sendo votado um anteprojeto de lei, de autoria da Procuradoria-Geral de Justiça do MP/PA, que prevê a criação de 185 cargos comissionados de Assistente Especializado, vimos manifestar nosso repúdio a essa proposta de admissão de novos servidores sem a devida realização de concurso público. Tal ato, se concretizado, será mais uma demonstração de desobediência a alguns dos princípios da administração pública, dentre eles, a moralidade e a impessoalidade, uma vez que situações semelhantes tem sido objeto de denúncias de nepotismo e troca de favores, ainda mais quando ocorrem em ano eleitoral. Nós, sindicalistas e ativistas dos movimentos sociais, solicitamos que o anteprojeto de lei seja alterado, exigindo-se a realização de CONCURSO PÚBLICO para a admissão dos servidores ocupantes dos novos cargos a serem criados.".

segunda-feira, 12 de maio de 2014

SINECURAS – A farra do dinheiro fácil


MURAL – Queixas & Denúncias


MPPA – Basta, o contribuinte merece respeito!

Marcos Antônio Neves (no centro): maquinista do trem da alegria.

Manoel Santino: anabolizando a imoralidade proposta por Neves.

        Determinadas circunstâncias não comportam o silêncio, porque, diante da ignomínia, calar é mentir. Por isso, o grito até aqui preso na garganta: basta, o contribuinte merece um mínimo de respeito!
        É sob esse cenário que o colégio de procuradores do MPPA, o Ministério Público do Estado do Pará, se reúne nesta próxima terça-feira, 13, para discutir a proposta de criação de 185 cargos comissionados, que no contexto e pela tradição soam a aprazíveis e rentáveis sinecuras. A lambança, patrocinada pelo próprio procurador-geral de Justiça, Marco Antônio Ferreira das Neves, foi anabolizada pelo ex-procurador-geral de Justiça Manoel Santino Nascimento Júnior, célebre pelo mandonismo e pelos trejeitos pouco másculos, ao defender a criação de mais 31 novos cargos comissionados, que corresponderiam a mais um assessor para cada um dos procuradores de Justiça. A imoralidade teve o manifesto endosso dos procuradores de Justiça Ricardo Albuquerque e Socorro Mendo, que, de viva voz, se pronunciaram favoráveis ao trem da alegria proposto por Neves, devidamente aditivado pela proposta de Santino.

        Determinados atos ou desmentem currículos, ou dizem tudo sobre eles. Sob essa perspectiva, não surpreende a desfaçatez de Neves e Santino. E muito menos o cinismo embutido no aval de Albuquerque e Mendo. A conta do trem da alegria, afinal, vai para cada um de nós, pobres e sacrificados contribuintes, devem, presumivelmente, racionar os procuradores que avalizam essa escandalosa pilhagem ao erário. Esquecem certamente os nobres procuradores comprometidos com essa lambança que a sucessão de .trapalhadas protagonizadas pelo MPPA conspira, irremediavelmente, contra a sua missão constitucional de fiscal da lei E a tolerância do conjunto da sociedade, conforme é possível mensurar pelas vozes das ruas, parece ter chegado ao seu limite.

MPPA – O escárnio de quem trata a lei como potoca

        O trem da alegria em marcha no MPPA, que tem como combustível o douto cinismo dos arrivistas engravatados, retroage no tempo, ao tratar a lei como potoca, conforme preceitua a máxima consagrada pela truculência legada pelo baratismo, a vertente da iniqüidade personificada por Magalhães Barata, o ex-interventor e ex-governador do Pará. O Ministério Público do Estado do Pará permite-se, com esse trem da alegria, o que veda aqueles aos quais fiscaliza. Para além da burla ao teto constitucional, que suas cabeças coroadas desrespeitam sob malabarismos semânticos graciosos, o MPPA institucionaliza, agora, a orgia das sinecuras, travestidas de cargos comissionados, em uma imoralidade consagrada pela Alepa, a Assembleia Legislativa do Pará, TCE, Tribunal de Contas do Estado do Pará, e TCM, Tribunal de Contas dos Municípios do Pará.

        Segundo denúncia feita ao Blog do Barata, se for bem-sucedido em sua mais recente lambança, depois da graciosa contratação, com dispensa de licitação, da Fundação Carlos Chagas - avalizada pelo CNMP, o Conselho Nacional do Ministério Público, em uma patética manifestação de corporativismo -, Marcos Antônio Ferreira das Neves entrará para a história pela porta dos fundos. De acordo com a denúncia, consumada a criação dos novos 216 cargos comissionados (somados os 185 iniciais, propostos por Neves, acrescidos dos 31, defendidos por Santino) estes passarão de 117 para 333. Em contraposição, acrescenta a denúncia, os cargos de provimento efetivo de nível superior somam apenas 225. Assim, o total de cargos comissionados será quase 50% maior que o contingente de servidores efetivos de nível superior. Trata-se de uma situação, assinala ainda a denúncia, que vem sendo reprovada pelos tribunais de Justiça e de Contas, assim como pelos tribunais superiores, inclusive o STF, o Supremo Tribunal Federal.

MPPA – A repulsa do internauta indignado

        De internauta anônimo, que manifesta seu repúdio sob o codinome de Indignado:

        “É necessário que o Sr. Marcos das Neves tenha consciência que não é o todo poderoso, o “imexível” e que ele deve obediência às leis e aos princípios reitores da administração pública, dentre eles, o da moralidade e o da prevalência do interesse público.
        “Esse senhor Marcos das Neves, precisa saber, por ser indispensável a todo gestor, que tratar com urbanidade é dever não só exigível no trato com os membros, mas também no trato com os servidores.
        “É necessário que esse senhor Marcos das Neves, saiba que não será ameaçando a associação dos servidores que ele conseguirá calar a sociedade contra os desmandos no MPE.
        “É necessário que o Sr. Marcos das Neves respeite o povo paraense que é quem paga o seu subsidio e é preciso que ele saiba que existem muitos membros do MPE, inclusive procuradores de Justiça, que são comprometidos com o interesse público e com a moralidade e que não irão deixar esse senhor afundar o MPE no descrédito, na imoralidade.
        “Os procuradores de Justiça que têm compromisso com a probidade, jamais permitirão a aprovação, no Colégio, dessa proposta imoral de criação de cargos comissionados em quantidade abusivamente excessiva, eis que com a criação dos cargos comissionados propostos pelo PGJ, os cargos comissionados passarão de 117 para 333, enquanto que os cargos de provimento efetivo de nível superior são apenas 225, o que representa que os cargos comissionados serão em quantidade quase 50% maior que a quantidade de servidores efetivos de nível superior, situação que vem sendo reprovada pelas cortes de Justiça e de Contas e pelos Tribunais Superiores, inclusive o STF, por violação à CF/88.
        “Não se pode esquecer que aqui no Pará, o próprio MPE, através de diversas promotorias, têm combatido com rigor essa prática de cargos comissionados em quantidade superior aos cargos efetivos e esse posicionamento do MPE/PA guarda coerência com o posicionamento de Ministérios Públicos de outros Estados e até mesmo do MPF, daí acreditar-se que o colégio de procuradores rechaçará a proposta não permitindo que essa prática danosa e inconstitucional que vem sendo combatida nacionalmente se instale no MPE/PA.
        “Não se espera outra atitude dos Procuradores de Justiça que compõem o Colégio, que não seja a rejeição dessa proposta para que guardem coerência com o firme combate que vem sendo feito pelos Promotores de Justiça porque, se assim não for, poderemos acreditar que seria melhor termos o MPE composto apenas de promotores que são os que têm melhor defendido os interesses da sociedade enquanto que, com certeza, os maus gestores, cujas administrações, primam pelo “apadrinhamento”, preferirão que o MPE seja composto só de procuradores de Justiça, porque estes são mais maleáveis, já que aprovam a criação de cargos comissionados para o próprio MPE, mesmo que com isso a quantidade de cargos comissionados ultrapasse em quase 50% a quantidade de cargos efetivos, em flagrante descompasso com as decisões dos Tribunais Superiores.
        “Vamos aguardar a sessão do colégio de procuradores na próxima terça-feira (13/05), que será sessão extraordinária, marcada para discutir esse assunto, e depois, dependendo do resultado, poderemos nos mobilizar para voltarmos às ruas e mostrarmos ao MPE nossa indignação e a força popular que não tem medo, não deve subserviência a esse PGJ e exige respeito, principalmente, respeito com o dinheiro público, que é quem banca devaneios dessa natureza.

        “Senhores procuradores de Justiça, integrantes do colégio, conclamamos aos senhores que, respeitando o povo paraense que custeia os subsídios que lhes são pagos, não permitam que essa proposta imoral e lesiva aos cofres públicos seja aprovada.”

MPPA – Tramóia pavimenta nepotismo

Socorro Mendo: ícone do nepotismo que medra no MP. 

        De outro internauta anônimo, sob o irônico título “Vale a pena ver de novo”, denunciando a tramóia que pavimenta o nepotismo no Ministério Público do Estado do Pará, em comentário no qual cita os casos do namorado da filha do procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves, e do então noivo da filha da procuradora de Justiça Socorro Mendo:

        “Jornalista investigativo Barata, essa nomeação do Gil, namorado da filha do atual procurador-geral de Justiça, não é casuística. Tem como precedente uma imoralidade e improbidade a partir da contratação do então noivo da filha da procuradora de Justiça Socorro Mendo, situação que o PGJ e outra procuradora de Justiça já estão ensaiando para pôr em prática.
        “Conseguem nomeação dos noivos das filhas e, após o casamento, os mantém nos cargos comissionados. Criaram uma tese monstruosa que, além de imoral e ímproba, não reflete a realidade jurisprudencial. E o pior empurraram goela abaixo dos cultos conselheiros do CNMP.
        “Súmula vinculante nº 13 da Supremo Tribunal Federal: A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da união, dos estados, do distrito federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a constituição federal. Ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento – Na época da contratação do genro, a procuradora Mendo era detentora de cargo de direção no CAO Cível é só qualquer pessoa do povo requerer as informações ao Ministério Público de todo o período de vida funcional dos cargos de direção, chefia e assessoramento da procuradora – são informações públicas.
        “Que a Administração Pública – Ministério Público – comprove a publicação ou divulgação de certame de seleção – É óbvio que o rapaz foi nomeado ao cargo comissionado para a GTI – Grupo de Tráfico de Influência – a pedido da procuradora.
        “A súmula vinculante é clara para o exercício de cargo em comissão em qualquer dos poderes.
        “Qualquer outra tese, após o matrimônio do bem aventurado, para manutenção no cargo comissionado, esbarra também na súmula vinculante, pois não se trata de um servidor público concursado e sim de um Comissionado. Assim, qualquer interpretação extensiva desborda para a má-fé e desonestidade intelectiva.
        É lamentável que O Ministério Público do Estado, fiscal da lei, tenha essas condutas imorais e improbas.

        “Por que esses bem iluminados não vão estudar, como qualquer cidadão do povo que se dedica aos estudos, para serem aprovados?”

domingo, 11 de maio de 2014

HOMENAGEM – Mãe, a superlativa



MURAL – Queixas & Denúncias


MÃE – O amor eterno, segundo Drummond


Para Sempre


Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo –
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.


MÃE – Lições para mães de jornalistas

        Texto publicado pelo portal Comunique-se, em homenagem ao Dia das Mães, comemorado neste domingo, 11 de maio. O texto, transcrito na íntegra mais abaixo, também pode ser acessado pelo seguinte link:


Desilusões perdidas: 10 coisas que toda mãe de jornalista deveria saber

DUDA RANGEL (*)

        Esse jeito meio estranho do seu filho é normal. Jornalista é um povo esquisito. Não é o caso de a senhora começar a rezar ou procurar um psiquiatra. Ao menos, por enquanto.
        Sim, blog não é emprego e não dá dinheiro, mas não há mal algum em deixar sua filha ter um blog. Praticar a nobre arte de escrever é sempre louvável.
        O filho da vizinha que é advogado não é melhor do que o seu filho por mais que a desgraçada da vizinha tente te convencer disso.
        Não é por sacanagem que sua filha não estará presente no almoço do Dia das Mães. Tem um negócio no nosso ramo chamado plantão e geralmente cai em datas festivas.
        Não é por sacanagem que ela também não vai lhe dar um presente decente no Dia das Mães. É falta de grana mesmo. Mas olha: este porta-retratos de segunda mão até que é bonito, hein?
        Seu filho ficará feliz se a senhora disser que assistiu à reportagem dele e que ficou tudo maravilhoso. Vale mentir. Ah, a senhora não sabe mentir? Ok, peça então ajuda ao filho da vizinha, o advogado.
        Se sua filha não quer prestar concurso público como a senhora tanto sonha, não force a barra. Sim, eu sei que é para o futuro dela. Sim, eu sei que a senhora só quer o bem dela. Sim, minha senhora, eu sei. Porra, eu não falei pra senhora não forçar a barra?
        Essa coisa de ele passar o dia (e a noite) em frente ao computador também é normal. Mas é o caso de mandá-lo a um ortopedista com urgência, porque a coluna dele já deve estar toda ferrada.
        Essa coisa de sua filha ficar horas sem comer não é greve de fome por uma grande causa. É falta de tempo. Deixe sempre uma maçã perto da bolsa dela. Ela vai te achar a melhor mãe do mundo.
        A gente não escolhe as paixões dos nossos filhos. Se eles amam o jornalismo, só resta apoiá-los, por mais que o Banco do Brasil dê mais futuro. Eles vão te achar a melhor mãe do mundo e de todas as galáxias de todos os tempos.


(*) Personagem criado pelos gêmeos Anderson e Emerson Couto, o jornalista Duda Rangel é autor do blog Desilusões Perdidas e da fan page Jornalismo com bom humor. O blog originou o livro A vida de jornalista como ela é, à venda pela web aqui. Texto publicado, no Comunique-se, em setembro de 2013.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

ELEIÇÕES – A farsa dos petralhas


MURAL – Queixas & Denúncias


BEMBONITA – O bom gosto a preços justos




        Para os descolados, inclusive porque realizada na véspera do Dia das Mães, a pedida deste sábado, 10, é a primeira edição do BemBonita Bazar, na Circus Hamburgueria, na rua João Balbi, 35, esquina com a travessa. Quintino Bocaiúva, aberto ao público das 17h às 22h. Com preços justos, o BemBonita Bazar oferecerá roupas, sapatos e acessórios diversos seminovos; além dos produtos novos das marcas La Belle Acessórios Criativos, Renata Segtowick Design, Sacola de Luxo, Umma Store e Tita Maria.
        O BemBonita Bazar, cuja primeira edição será realizada neste sábado, foi idealizado pelas publicitárias Carolina Barata e Renata Segtowick. Trata-se de uma ótima alternativa para quem deseja fazer suas compras de Dia das Mães a preços justos, sem precisar enfrentar as grandes filas e aglomerações dos centros de compra da cidade.

SERVIÇO

BemBonita Bazar

Data: 10/05.
Hora: de 17h às 22h.
Local: Circus Hamburgueria (rua João Balbi, 35, esquina com a travessa Quintino Bocaiúva).


BEMBONITA – Vitrine virtual






        Acima, algumas das fotos de peças que compõem a vitrine virtual do BemBonita Bazar.

MPPA – Procuradores ávidos por sinecuras

Neves: pilhagem ao erário, com a cumplicidade dos procuradores.

        O colégio de procuradores de Justiça do MPPA, o Ministério Público do Estado do Pará, do qual se esperava aquele mínimo de decência que falta ao procurador-geral de Justiça, também se revelou ávido por novas sinecuras, avalizando assim a farra de cargos comissionados que Marcos Antônio Ferreira das Neves pretende criar, em mais uma escandalosa pilhagem ao erário. Isto, pelo menos, é o que garante em off, ao Blog do Barata, uma fonte do próprio MPPA, segundo a qual a maioria dos procuradores de Justiça não só avalizou o trem da alegria patrocinado pelo procurador-geral, como simplesmente reivindica a criação de mais cargos comissionados para além dos 185 originalmente previstos. Por isso, e não por fervor ético, o colégio de procuradores adiou a aprovação da matéria, na reunião desta última quinta-feira, 8, acrescenta a fonte. Diante deste cenário conclui-se que, tal qual no caso de dispensa de licitação, em se tratando da farra de sinecuras, em detrimento de concurso público, o MPPA também se permite, sem nenhum pudor, aquilo que nega aos órgãos aos quais fiscaliza.

        De acordo com relato feito ao Blog do Barata, pela proposta original, que Marcos Antônio Ferreira da Neves levou previamente aos procuradores de Justiça, seriam criados 185 cargos comissionados, de assistentes especializados, com lotação na segunda entrância. Por iniciativa dos procuradores de Justiça, assinala a mesma fonte, foram acrescidos mais 10 cargos, de assessores especializados, com atribuições semelhantes a dos assistentes especializados, porém com remuneração superior a destes. Na reunião desta última quinta-feira do colégio de procuradores de Justiça, estes questionaram a forma de provimento, no caso comissionado. E defenderam a criação de mais 31 cargos comissionados, de assessores, cada um dos quais lotado no gabinete de cada um dos procuradores de Justiça. “Trata-se, claramente, de uma acintosa barganha, obviamente inspirada por propósitos escusos de ambas as partes”, assinala a fonte. “Assim, o procurador-geral de Justiça cria mais novos 31 cargos de assessores, contemplando a reivindicação da maioria dos procuradores de Justiça, e estes endossam a farra de sinecuras patrocinada pelo Neves”, sublinha ainda a fonte.

MPPA – Asconpa: protesto e ação judicial

José Emilio Almeida, da Asconpa: defesa da moralidade pública.

        Diante da farra de criação de pelo menos novos 185 cargos comissionados pelo MPPA, o Ministério Público do Estado do Pará, a Asconpa, a Associação dos Concursados do Pará, já articula um protesto contra o trem da alegria patrocinado pelo procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves, com o aval do colégio de procuradores. A notícia tem como fonte o próprio presidente da Asconpa, José Emílio Almeida, segundo o qual a proposta do procurador-geral de Justiça, além de imoral para a administração pública, fere os interesses da sociedade, especialmente daqueles que almejam ingressar no MPPA através de concurso público.

        Mas a manifestação de indignação dos que fazem a Asconpa não deverá ficar restrito a um simples ato de protesto, antecipa José Emílio Almeida. De acordo com o presidente da associação, quando o projeto de lei aportar na Alepa, a Assembleia Legislativa do Pará, a Asconpa deverá ajuizar ação civil pública, por improbidade administrativa, contra o procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves. José Emílio Almeida também antecipa que a ação incluirá denúncia contra o procurador-geral de Justiça, pela contratação de Gil Henrique Mendonça Farias, para o cargo de assessor de procurador de Justiça. Farias, que é namorado da filha de Neves, participou do último concurso público promovido pelo MPPA, em 2012, para o cargo de Analista Jurídico, mas ficou em 551º lugar.

CIDADE – Supermercado atazana vizinhos




        Retrato acabado da terra sem lei na qual se transformou Belém, como ilustra, inclusive com a foto acima, o desabafo de internauta, que é também vizinho do supermercado Cidade localizado no conjunto Abelardo Conduru. O supermercado é recorrente em atazanar, com sua falta de higiene e o vaivém dos caminhões-baú, a vizinhança:


        “Esse caminhão-baú está a serviço do supermercado Cidade, localizado aqui, no conjunto Abelardo Conduru, na rodovia Mário Covas. O barulho perdura desde 6h30 da manhã. Observe que o caminhão-baú toma mais da metade da pequena rua, inclusive fechando a frente de garagens dos moradores do conjunto”, relata o internauta, para então arrematar, enfático: “Isso é um absurdo!”.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

MINISTÉRIO PÚBLICO – Lei da Mordaça


MURAL – Queixas & Denúncias


MPPA – Neves pretende criar 185 novas sinecuras

Marcos Neves: desfaçatez, ao patrocinar a criação de 185 sinecuras.

        Caberá ao colégio de procuradores do MPPA, o Ministério Público do Estado do Pará, se a este restar algum vestígio de dignidade, a responsabilidade de conter o mais recente surto de imoralidade do procurador-geral de Justiça, Marcos Antônio Ferreira das Neves. De acordo com fonte do próprio MPPA, Neves mandou os escrúpulos às favas, como é próprio dos tiranetes de província, e pretende encaminhar à Alepa, a Assembleia Legislativa do Pará, projeto de lei criando nada mais, nada menos, que 185 novos cargos comissionados, historicamente sinônimos de sinecuras, como evidencia o próprio Ministério Público do Estado do Pará. Na contramão do que o MPPA cobra de outras instâncias de poder – como, por exemplo, o TCE, o Tribunal de Contas do Estado do Pará, e o TCM, o Tribunal de Contas dos Municípios do Pará -, exigindo a realização de concurso público, o procurador-geral de Justiça sucumbiu, agora despudoradamente, à volúpia de poder pôr e dispor de um vasto leque de sinecuras. Uma prerrogativa tanto mais fascinante para quem, como é o caso de Neves, pretende delas se valer para pavimentar sua reeleição, no tradicional toma-lá-dá-cá eleitoral.
        Para além das circunstâncias atuais, que envolvem a empreitada de pavimentar sua recondução ao cargo – para a qual depende do aval dos procuradores e promotores de Justiça, tradicionalmente respeitado pelo governador de plantão -, Neves já evidenciou que o seu pretenso fervor ético é coisa do passado. Depois de trair seus compromissos de campanha e esfarinhar a credibilidade do MPPA, ao atrelá-lo à tucanalha, a banda podre do PSDB, da qual é ícone o governador Simão Jatene, o procurador-geral de Justiça notabilizou-se por, tão logo empossado no cargo, nomear assessor de procurador de Justiça, embolsando uma remuneração mensal em torno de R$ 16 mil, Gil Henrique Mendonça Farias, cuja principal qualificação, ao que se sabe, é ser o namoradinho da filha do procurador-geral de Justiça. Com um agravante, diga-se: no concurso realizado pelo Ministério Público Estadual em 2012 (Edital n° 01/2012/MP-PA), no qual disputou o cargo de Analista Juridico - Região Adm. Belém I, Gil Henrique Mendonça Farias acabou no 551º lugar, com a nota de 68,25.
        Mas a presepada de Neves não ficou restrita ao namoradinho da filha, que aparentemente compensou com borogodó a falta de substância intelectual evidenciada no concurso público realizado pelo MPPA, no qual não obteve classificação. O procurador-geral de Justiça também tratou de introduzir no Ministério Público do Estado do Pará, como assessor, um certo André Ricardo Otoni Vieira, definido como amigo-de-fé-irmão-camarada de Neves. Além de advogado, Vieira seria também engenheiro, e como tal, até passado recente, teria prestado inúmeros serviços ao então procurador de Justiça, hoje procurador-geral de Justiça. Vieira ganhou visibilidade por supostamente depreciar os servidores do Ministério Público Estadual, aos quais já teria se referido como “filhos da puta”, quando confrontado com críticas a gestão de Marcos Antônio Ferreira das Neves.

        Pelo perfil de seus apaniguados, pode-se concluir o real jaez do procurador-geral de Justiça. Daí não é difícil entrever o que está por vir, com a criação dos 185 cargos comissionados que Neves pretende obter, em troca do silêncio sobre o PCCR da Alepa, o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração da Assembleia Legislativa, flagrantemente inconstitucional. Como, em se tratando do Ministério Público do Estado do Pará, nada é tão ruim que não possa piorar, inexiste a perspectiva da lambança do procurador-geral de Justiça ser questionada, depois que o próprio CNMP, o Conselho Nacional do Ministério Público, legitimou a tramóia que representa o contrato celebrado – com dispensa de licitação e preços claramente superfaturados – com a Fundação Carlos Chagas. Em um julgamento claramente político, o CNMP ainda votou pela instauração de um PAD, Procedimento Administrativo Disciplinar, contra o promotor de Justiça Alexandre Couto, em inocultável retaliação por este ter questionado a dispensa de licitação. A decisão do CNMP, que ao penalizar Alexandre Couto acaba por instituir a Lei da Mordaça, embute a clara determinação de intimidar qualquer questionamento diante de eventuais deslizes do procurador-geral de Justiça, consagrando assim, no âmbito do Ministério Público, a omertà, o pacto de cumplicidade dos mafiosos. O que certamente explica a desfaçatez exibida por Marcos Antônio Ferreira das Neves, ao patrocinar essa nova lambança, representada pela criação de 185 cargos comissionados, em detrimento do que determina a moralidade pública, que é a realização de concurso público.

MPPA – Antecedentes nada lisonjeiros

        Nada mais ilustrativo sobre o objetivo oculto na criação de 185 novas sinecuras no Ministério Público do Estado do Pará que a denúncia, de internauta anônimo, sobre a destinação dada a alguns dos cargos comissionados já existentes. A relação, abaixo reproduzida, dos beneficiários dos cargos citados, elencando os respectivos padrinhos políticos, evidencia do nepotismo ao nepotismo cruzado, passando pelo tráfico de influência:

ERIK LUIZ DE NUNES VALENTE – Filho do procurador de Justiça aposentado Ismaelino Valente.

PATRICIA MAUES HANNA MEIRA – Nora do procurador da República aposentado Paulo Meira.

MARIA MÔNICA SASSIM RODRIGUES – Sobrinha e apadrinhada do procurador de Justiça conhecido por Quequé.

ALEXANDRE MOTA RODRIGUES – Genro da supersecretária do procurador-geral de Justiça.

CELINA COELHO CATIVO – Filha de Tereza Cativo, uma das cabeças coroadas da tucanalha. Apadrinhada do procurador de Justiça Francisco Barbosa, em cujo gabinete encontra-se abrigada. Barbosa seria o único procurador de Justiça a dispor de duas assessoras.

EDUARDO DE OLIVEIRA DUARTE – Afilhado do procurador de Justiça Almerindo Leitão.

IRENE GOMES DE VASCONCELLOS PALHETA – Afilhada da ex-governadora petista Ana Julia Vasconcelos Carepa. A jovem tem formação em Letras.

MARIA DA VITÓRIA MOTTA MELO DA ROCHA – Prima do procurador de Justiça Geraldo Rocha.

MARIA DO CARMO ANDION FARIAS – Prima de ex-procurador-geral de Justiça.

PATRICK SILBER MIGLIO NASCIMENTO – Primo do procurador de Justiça Geraldo Rocha.

PAULO MARCELO ROCHA ACCIOLI – Primo do procurador de Justiça Geraldo Rocha.

RICARDO GIL CASTELLO BRANCO – Primo do procurador de Justiça Geraldo Rocha.

RODRIGO CAMARGO CASARA – Genro da procuradora de Justiça Socorro Mendo.

SUSANA MARIA XAVIER DE MENDONÇA – Prima do procurador de Justiça Geraldo Rocha.

THALITA MARRON DONZA – Prima de ex-procurador-geral de Justiça.

JOÃO MARCELO FONSECA MARTINS – Indicação política.


MARLY DANTAS NERY – Indicação do senador e ex-governador Jader Barbalho (PMDB).