Tão ou mais patético que o prefeito reeleito Duciomar Costa (PTB), o nefasto Dudu, só mesmo o mise-en-scène da governadora petista Ana Júlia Carepa, a pretexto do aniversário de fundação de Belém.
Em um ato público na praça da República, na manhã desta segunda-feira, 12, Ana Júlia trombeteou, como exemplo da suposta preocupação de sua administração com Belém, ter promovido o primeiro concurso da PM, após os 12 anos de sucessivos governos do PSDB. Com isso, acentuou a governadora, foram admitidos 1.500 novos quadros na corporação, 560 dos quais lotados em Belém - como se esse minguado contingente fosse algo expressivo, para uma cidade com cerca de dois milhões de habitantes, e uma conquista significativa de um governo que já cumpriu metade do seu mandato.
Mais constrangedor que isso foi o desfile de novas viaturas da PM, com sirenes ligadas e precedidas por batedores, que percorreram as avenidas Nazaré, Magalhães Barata e Almirante Barroso no final da manhã desta segunda-feira, em uma clara propaganda enganosa, diante da escalada da criminalidade. Um espetáculo digno da fictícia Sucupira, na qual reinava imperial Odorico Paraguaçu, o protótipo acabado de político inescrupuloso, que brotou da imaginação do teatrólogo Dias Gomes.
Em um ato público na praça da República, na manhã desta segunda-feira, 12, Ana Júlia trombeteou, como exemplo da suposta preocupação de sua administração com Belém, ter promovido o primeiro concurso da PM, após os 12 anos de sucessivos governos do PSDB. Com isso, acentuou a governadora, foram admitidos 1.500 novos quadros na corporação, 560 dos quais lotados em Belém - como se esse minguado contingente fosse algo expressivo, para uma cidade com cerca de dois milhões de habitantes, e uma conquista significativa de um governo que já cumpriu metade do seu mandato.
Mais constrangedor que isso foi o desfile de novas viaturas da PM, com sirenes ligadas e precedidas por batedores, que percorreram as avenidas Nazaré, Magalhães Barata e Almirante Barroso no final da manhã desta segunda-feira, em uma clara propaganda enganosa, diante da escalada da criminalidade. Um espetáculo digno da fictícia Sucupira, na qual reinava imperial Odorico Paraguaçu, o protótipo acabado de político inescrupuloso, que brotou da imaginação do teatrólogo Dias Gomes.