quinta-feira, 6 de julho de 2017

ELEIÇÕES 2018 – Para Américo Canto, o desempenho de Helder é previsível diante da exposição como ministro

Helder Barbalho: candidatura anabolizada pela exposição como ministro.

Previsível. É assim que o sociólogo Américo Canto, 54, com mestrado em ciências políticas e uma experiência de 16 anos trabalhando com pesquisas de opinião, define a sondagem eleitoral que exibe no topo das intenções de voto, na disputa pelo governo do Pará em 2018, o peemedebista Helder Barbalho. Filho e herdeiro político do senador Jader Barbalho, um dos expoentes do PMDB no Senado e o morubixaba do partido no Pará, Helder é ministro da Integração do governo Michel Temer, depois de ter sido ministro dos Portos da ex-presidente petista Dilma Rousseff. Em sondagem feita pela Paraná Pesquisas, ele lidera a corrida pelo Palácio dos Despachos nos mais diversos cenários, sempre seguido pela ex-governadora petista Ana Júlia Carepa. “Esse quadro não surpreende, até mesmo porque Helder Barbalho está em evidência há um bom tempo como ministro. Primeiro, dos Portos, no governo Dilma Rousseff, e depois da Integração, no governo Michel Temer”, assinala Canto, diretor-geral do Instituto Acertar, célebre pela sua habitual margem de acerto. “Nesse espaço de tempo ocorreram entrega de caminhões de coleta de lixo para prefeituras, inaugurações de casas populares, recurso para muro de arrimo em Mosqueiro, dentre outros eventos repercutidos pela grande imprensa”, acrescenta.

Na leitura de Américo Canto, a surpresa foi o desempenho da ex-governadora petista Ana Júlia Carepa, uma alternativa sequer mencionada nos debates internos do PT sobre o eventual elenco de pretendentes a candidatos a governador pelo partido. “Chama a atenção o fato de Ana Julia Carepa aparecer em segundo lugar, com 15,3% das intenções de votos, se sobrepondo aos outros nomes testados pela pesquisa, além de que o número de indecisos e nenhum (que supomos serem os brancos e nulos) é representando por 14,7%. Estamos a um ano e três meses das eleições e os nomes testados são meras especulações e, com toda a crise política e econômica posta ao público, acreditávamos que a rejeição à classe política seria bem maior do que a apresentada pela pesquisa, sem com isso desmerecer o resultado exposto pelo instituto Paraná. Talvez pudéssemos medir melhor essa questão se fosse divulgada o voto espontâneo”, observa Canto.

3 comentários :

Anônimo disse...

Nas últimas eleições ocorridas no Brasil, os institutos que se dedicam a pesquisas eleitorais erraram feio! Só pra lembrar.

Anônimo disse...

Tomara que essas pesquisas continuem furadas.

Anônimo disse...

Entre os Tucanos do PSDB,juntamente com os meios Tucanos e Os Barbalhos eu prefiro ficar o com o último o herdeiro da RBA,pelo fato dos mesmo serem mais humildes e fazerem Concursos Públicos e näo esse negocio que o PSDB inventou de PSS..