terça-feira, 14 de janeiro de 2014

BELÉM - Após Dudu, Zenaldo. A tampa e o penico.


Zenaldo Coutinho: como Dudu, prestidigitação e propaganda enganosa.

        Duciomar, o Dudu, como faziam prenunciar seus antecedentes, confirmou-se inequivocamente nefasto, inclusive e sobretudo pela improbidade, embora patrocinado por pretensos cultores da moralidade pública. Zenaldo, o Zenada, prenuncia-se igualmente nefando, porque igualmente dissimulado, ainda que a origem e o verniz social, reforçado pela comprovada escolaridade, permita-lhe ser mais convincente, para os incautos, no mise-em-scène de gestor intransigentemente austero e sinceramente preocupado com Belém e seus munícipes. Como seu antecessor, o atual prefeito mira, prioritariamente, em suas ambições e conveniências políticas, sem esquecer dos seus e do séquito de apaniguados. Mal assumiu a prefeitura e, mesmo com Belém refém do caos, já mira no Palácio dos Despachos, acalentando até a ambição de alcançá-lo já na sucessão estadual deste ano. Naturalmente com o acintoso apoio da mídia paga para fazer ecoar a propaganda enganosa, como de praxe. Belém e sua população, que se lixem.
        Ao fim e ao cabo, é inevitável concluir que, em um eventual cotejo entre o que veio e o que se foi, a diferença entre Duciomar Costa, o Dudu, e Zenaldo Coutinho, o Zenada, é de grau, jamais de nível.
        Em bom português, sobre Duciomar Costa e Zenaldo Coutinho, a conclusão a que se chega não pode ser outra. Trata-se da tampa e do penico. Ou vice-versa. Legitimados pelo voto da massa ignara, suscetível a propaganda enganosa, que ajuda a perpetuar a pobreza, irmã siamesa da ignorância política, com o reforço da inefável corrupção eleitoral, instrumento de poder das vanguardas do atraso.

         Pobre Belém, pobre de nós! Ninguém merece! Nem quem vota nessa escumalha!!!

5 comentários :

Anônimo disse...

O Diário escreveu que o Duciomar foi chamado pelo Jatene, que lhe propôs uma vaga ao senado, e que ele (Dudumau), espalhou o que ambos tinham conversado. Se é verdade ou não, tanto faz, mas se o país fosse sério ele já estaria preso. Os seus apoiadores também. Onde está a grana que ele deveria ter usado nas macro drenagens ?

Anônimo disse...

Se este país fosse sério tem gente que nem podia sair na rua. O Pará é uma vergonha nacional,mas o Jatene acaba de sair com sua tropa para o exterior como uma versão de Maria Antonieta. Sem noção e sem vergonha.

Anônimo disse...

Tenho pena da Dona Helena,ela não merecia isto...

Anônimo disse...

Violação dos direitos humanos ao saneamento básico e ambiental, ao ir e vir, à moradia com dignidade, à saúde publica e à própria dignidade humana. População de 20 bairros de Belém, o que equivale a 60% do sítio urbano da capital paraense, vive uma situação calamitosa causadora de sofrimento, transtornos, prejuízos materiais e danos de ordem moral, em virtude das constantes inundações.
No Judiciário Paraense tramita na 2ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital, na data 16 de abril de 2008, o Processo de nº 0014371-32.2008.814.0301, relativo à Ação Civil Pública Ambiental, ajuizada pela 3ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente do MPE, onde a Prefeitura Municipal de Belém, a Companhia de Saneamento do Pará - COSANPA e o próprio Estado do Pará, pela “Obrigação de Fazer” a manutenção do sistema de captação e drenagem das águas pluviais e servidas por parte a Secretaria Municipal de Saneamento – SESAN, bem como a conclusão das pendências e realização de obras finais previstas pelo Projeto de Macro Drenagem da Bacia do Una e, em relação ao Estado do Pará e à COSANPA, a obrigação de implementar serviços de esgotamento sanitário, por meio da manutenção de artes especiais da Bacia do Una, de acordo com o Manual de Operações produzido por aquela Companhia, e à Secretaria de Estado de Meio Ambiente – SEMA a fiscalização do cumprimento das determinações, a fim de impor as penalidades legais.
Advertimos, ainda sobre os dados contidos na tabela da página 4 (ACORDO proposto pelo Promotor de Justiça do MPE, com a PMB, COSANPA e o ESTADO DO PARÁ, em que o Canal Antônia Nunes não sofreu intervenção das obras do Projeto de Macrodrenagem da Bacia do Una, apesar de está localizado na área geográfica correspondente à Bacia do Una, Sub-bacia I do Projeto de Macrodrenagem, sendo, portanto parte integrante do sistema macrodrenante da referida bacia. Nesse sentido, sua inclusão.
Tal inclusão se justifica, tendo em vista o sofrimento da população residentes na Alameda Soares, Avenida Governador José Malcher, Passagem Professora Antônia Nunes, Rua João Balbi e Travessa Nove de Janeiro, confluência dos bairros de São Brás, Nazaré, Fátima e Umarizal, em face dos transtornos, prejuízos materiais e o consequente risco de contaminações e doenças decorrentes das águas havidas das chuvas, tais como esquistossomose, salmoneloses, leptospirose, dentre outras inúmeras afecções.
Importante considerar, os danos de ordem moral, vez que veículos automotores e residências são constantemente imersos na lama fétida resultante do estado completamente deteriorado das obras realizadas no referido canal, dimensionado na década de 1970, com outros parâmetros hidráulicos, hoje superados.
Assim, considerando a utilização do recurso financeiro de 90 milhões de reais concedido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para recuperação e continuidade do Projeto Una, bem como as reservas orçamentárias da Prefeitura Municipal de Belém e do Governo do Estado do Pará para o ano de 2014, deve o Canal Antônia Nunes, ser incluído na retomada da execução e manutenção do Projeto de Macrodrenagem da Bacia do Una, afim de que os moradores dessa área tenham assegurados os seus direitos à habitação, à saúde pública, ao ir e vir, ao saneamento básico e à dignidade humana, bem como para que o sistema macrodrenante da Bacia do Una, composto por 17 canais, 6 galerias e 2 comportas, alcance a sua plenitude funcional.
Valendo ressaltar que o uso inadequado, o desvio e paradeiro dado aos equipamentos, maquinários e veículos, na gestão do ex-Prefeito Duciomar Gomes da Costa, resultam hoje, em objeto de investigação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI, instalada na Câmara Municipal de Belém. Que a exemplo da Ação Civil Pública Ambiental, também segue sem nenhuma perspectiva de resultado em beneficio da população.

Antonio Carlos Pantoja Soares disse...

“O que a grande mídia não nos revela sobre os alagamentos e as inundações em Belém do Pará”

Frente dos Moradores Prejudicados da Bacia do Una - FMPBU,

Significativa parcela da população de Belém, precisa se apropriar de que os estragos ocorridos na quinta-feira dia 26 de maio de 2016, nos 20 bairros que constituem a Bacia do Una é o resultado de vários fatores.

Sendo que o principal, é a falta de manutenção e conservação técnica do conjunto de obras do Projeto de Macrodrenagem da Bacia do Una, que é agrupado em três grandes sistemas: saneamento, viário e macrodrenagem (Canais: Água Cristal, Antônio Baena, Antônia Nunes – Sem Intervenção da Obra pelo Projeto Una, do Benguí, do Galo, Honorato Filgueiras, do Jacaré, Nova Marambaia, Pirajá, São Joaquim, Soares Carneiro, do Una, Três de Maio e Visconde de Inhaúma) , Galerias: Antônio Baena, Boaventura da Silva, Honorato Filgueiras, Pirajá, Soares Carneiro e Visconde de Inhaúma e as Comportas do Una e do Jacaré).

Tal manutenção e conservação técnica, estão previstas nos:

1) Manual de Operação e Manutenção do Sistema de Esgoto Sanitário e Água Potável da Bacia do Una, agosto de 2001;2) Manual de Operação e Manutenção de Drenagem, Vias e Obras de Arte Especiais da Bacia do Una - Volumes I e II, maio de 2002 e

3) Manual de Operação e Manutenção das Comportas do Una e Jacaré.

Fato que inclusive, é o objeto da Ação Civil Pública Ambiental em tramitação desde o dia 16 de abril de 2008 na 2ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital, que foi ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Pará - MPE, através da 3ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Cultural, Habitação e Urbanismo de Belém.

Nessa Ação Civil Púbica, a Prefeitura Municipal de Belém, a Companhia de Saneamento do Pará - COSANPA e o próprio Estado do Pará, além de responderem pela falta de conclusão das pendências e realização de obras finais previstas pelo Projeto de Macrodrenagem da Bacia do Una espalhadas pelas 7 Sub-bacias, respondem ainda, pela "Obrigação de Fazer" a manutenção técnica do referido conjunto de obras do Projeto, justamente com a utilização dos equipamentos, maquinários e veículos (sumi trados do Acervo Físico Patrimonial do Município de Belém, desde o ano de 2006), em observância as normas estabelecidas nos referidos manuais técnicos!