segunda-feira, 27 de junho de 2011

UFPA – A convocação da Progep

Segue abaixo a transcrição, na íntegra, da convocação da Progep, a Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal, também reproduzida pelo professor João Batista do Nascimento.

CONVOCAÇÃO DE EXAMES PERIÓDICOS DE SAÚDE DOS SERVIDORES

Prezado(a) Servidor(a),

Seguindo à Política de Atenção à Saúde do Servidor instituída no âmbito da Administração Pública Federal, a UFPA/PROGEP inicia os Exames Periódicos de Saúde de seus servidores a partir do dia 12/05/2011, com a finalidade de prevenir doenças, melhorar a qualidade de vida e estimular cuidados à saúde.
Os exames periódicos são compostos de: Avaliação Clínica, Exames Laboratoriais, Avaliação Oftalmológica para servidores(as) com mais de 45 anos; Mamografia para servidoras com mais de 50 anos e Preventivo de Câncer do Colo Uterino; PSA (Preventivo para Câncer de Próstata) para servidores com mais de 50 anos. Os servidores expostos a outros riscos à saúde nos ambientes de trabalho serão submetidos a exames e avaliações complementares a critério da Coordenadoria de Vigilância à Saúde do Servidor - CVSS.
Fique atento para a sua convocação que será feira por Unidade
Administrativa/Acadêmica, de acordo com o cronograma disponível no site da PROGEP.
Após convocação, o servidor deverá confirmar sua participação no EXAME PERIÓDICO, acessando o SIAPENET no endereço www.siapenet.gov.br .
Para qualquer esclarecimento, entre em contato com a CVSS (Unidade de Referência SIASS/UFPA) pelos emails: siass@ufpa.br / omcf@ufpa.br ou ramais 8307/7541.

Belém, 11 de maio de 2011.
Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal

Fonte:

www.progep.ufpa.br/comunica_materias/2011/comunica222.html, acesso .

jun/2011

13 comentários:

Anônimo disse...

Os Exames Periódicos seguem as orientações da Portaria Normativa nº 4 complementam o Decreto 6.856/09, que regulamenta a aplicação de exames, anual ou bianualmente, nos mais de 500 mil servidores ativos do Executivo Federal. Os exames anuais serão feitos pelos servidores com mais de 45 anos. Os demais poderão fazer a cada dois anos. Os gastos relativos à realização dos exames serão custeados integralmente pela União.
A portaria determina, ainda, que os órgãos deverão, obrigatoriamente, aplicar os exames a todos os servidores ativos regidos pela Lei 8.112/90, aos nomeados exclusivamente para cargo de comissão e aos empregados públicos anistiados que retornaram à administração.
Desta forma, espero ter esclarecido esta questão. Roger Formigosa um ex-servidor da UFPA...

Anônimo disse...

Em complemento ao comentário do ex-servidor. Os exames são realizados no Hospital Barros Barreto, pois o Hospital Betina Ferro não realiza esses exames.Sendo que, o servidor pode optar em realizar estes exames pelo seu plano de saúde como "checap".Comungo também da ideia do poster sobre a UNIMED, soube de terceiros que ela paga 50 reais por consulta, agora está explicado porque muitos médicos não atendem mais por este plano.Abraços!

Anônimo disse...

Excelente a iniciativa da Universidade Federal que demonstra preocupação com a saúde de seu servidor.
Ninguém está sendo obrigado a fazer os exames e mem todos temos planos de saúde e a UFPA está propiciando-nos a oportunidade de realizarmos gratuitamente os exames de saúde.

As organizações bem sucedidas são aquelas que se importam com a qualidade de vida de seus colaboradores.
Parabéns à PROGEP e à UFPA!

Anônimo disse...

Um professor que questiona uma ótima iniciativa como essa de levar saúde aos seus colaboradores só pode estar doente. Procure ajuda meu caro professor.Não sei o que vc questionada. Venha aqui para o governo do Estado para vc ver o que é roça...
E que a ação de saúde da UFPA seja seguida por outros órgãos do nosso Estado.
NOTA 10 PARA A UFPA!

Anônimo disse...

Caro Barata,

Concordo com o anônimo das 14:02. A iniciativa é importantíssima. Na UFPA tem muitos casos de absenteísmo em razão de adoecimento dos docentes e funcionários.
O pró-reitor de pessoal é pessoa muito séria e sensível a esses problemas.

Anônimo disse...

As organizações públicas como um todo deveriam seguir esse exemplo que é comum na iniciativa privada, onde o bem estar dos colaboradores é fator de constante preocupação dos gerentes, haja vista a necessidade de manter a equipe de trabalho em condições de bem desempenhar suas funções. Pessoas adoecidas não produzem e não contribuem paras as organizações alcançarem suas finalidades. Acredito que a universidade federal do Pará está no caminho certo.

Anônimo disse...

Quando pela primeira vez uma gestão se preocupa com a saúde dos servidores da UFPA, vem alguém questionar essa fundamental ação. Não dá para entender as motivações, mas acredito que a política de atenção à saúde do servidor deva ser mantida.
Obrigada.

Docente da UFPA disse...

Há de se considerar também que é algo novo, informatizado,que com o tempo as pessoas vão se acostumar. O próprio sistema precisa ser aperfeiçoado, mas isso vem com tempo. E própria compreensão das pessoas acerca do que ele representa contribuirá para o aperfeiçoamento dessa política, que para mim é válida.
Sou da área de saúde, talvez um pouco suspeita para falar, mas participei dos exames e não vi nada de errado nos seus fundamentos e procedimentos.

Anônimo disse...

Seria bom que essa política fosse estendida para os servidores municipais.

Anônimo disse...

Parabéns a Progep da UEPA. Sigam em frente! Saúde acima de tudo para os servidores. Sem ela ninguém trabalha!

Anônimo disse...

Pelo que percebo a maior doença que acomete funcionpario público é demência por dormir péssimo. Por isso um programa de saúde para esse deveria acompanhar por um semetre como esse dorme, seus hábitos notunos e até a densidade do cochão em que dorme mais.

Anônimo disse...

Pelo que percebo a maior doença que acomete funcionpario público é demência por dormir péssimo. Por isso um programa de saúde para esse deveria acompanhar por um semetre como esse dorme, seus hábitos notunos e até a densidade do cochão em que dorme mais.

Anônimo disse...

Madraçal no Planalto
Um dos símbolos da luta pela democracia durante o regime militar, a Universidade de Brasília tornou-se reduto da intolerância esquerdista
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/madracal-no-planalto